A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) divulgou nesta terça-feira (27) um novo comunicado informando que não há mais previsão de que a Usina Hidrelétrica de Ourinhos, no Rio Paranapanema, atinja o Nível de Cheia 1 nas próximas 48 horas.
A atualização ocorre após a melhora das condições hidrológicas observadas na região e modifica o cenário apresentado no comunicado anterior, divulgado em 16 de outubro.
De acordo com a empresa, às 11h desta terça-feira, a vazão defluente da usina, ou seja, o volume de água liberado pela estrutura, era de 974,56 metros cúbicos por segundo (m³/s).
O volume está abaixo do limite de 1.311 m³/s, estabelecido no Plano de Ação de Emergência (PAE) como referência para o início do Nível de Cheia 1.
Possibilidade de novas chuvas mantém necessidade de monitoramento
Apesar da melhora, a CBA ressalta que as condições meteorológicas na região ainda apresentam instabilidade.
Segundo a companhia, caso ocorram chuvas acima do previsto, o aumento do volume de água na bacia poderá provocar uma nova elevação da vazão e levar a usina novamente ao Nível de Cheia 1.
Dessa forma, a redução do risco para as próximas 48 horas não significa que a possibilidade de cheia esteja completamente descartada.

Monitoramento continua
A empresa informou que continuará acompanhando as condições meteorológicas e hidrológicas da região e que comunicará imediatamente às autoridades qualquer mudança relevante.
O comunicado foi encaminhado também à Defesa Civil do Estado de São Paulo e à Usina Hidrelétrica de Salto Grande (CTG).
Neste momento, o cenário é de melhora, mas o monitoramento do Rio Paranapanema permanece necessário diante da possibilidade de novas chuvas na região.
Fonte: Comunicado oficial da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), de 27 de outubro de 2026.
A atualização ocorre após a melhora das condições hidrológicas observadas na região e modifica o cenário apresentado no comunicado anterior, divulgado em 16 de outubro.
De acordo com a empresa, às 11h desta terça-feira, a vazão defluente da usina, ou seja, o volume de água liberado pela estrutura, era de 974,56 metros cúbicos por segundo (m³/s).
O volume está abaixo do limite de 1.311 m³/s, estabelecido no Plano de Ação de Emergência (PAE) como referência para o início do Nível de Cheia 1.
Possibilidade de novas chuvas mantém necessidade de monitoramento
Apesar da melhora, a CBA ressalta que as condições meteorológicas na região ainda apresentam instabilidade.
Segundo a companhia, caso ocorram chuvas acima do previsto, o aumento do volume de água na bacia poderá provocar uma nova elevação da vazão e levar a usina novamente ao Nível de Cheia 1.
Dessa forma, a redução do risco para as próximas 48 horas não significa que a possibilidade de cheia esteja completamente descartada.

Monitoramento continua
A empresa informou que continuará acompanhando as condições meteorológicas e hidrológicas da região e que comunicará imediatamente às autoridades qualquer mudança relevante.
O comunicado foi encaminhado também à Defesa Civil do Estado de São Paulo e à Usina Hidrelétrica de Salto Grande (CTG).
Neste momento, o cenário é de melhora, mas o monitoramento do Rio Paranapanema permanece necessário diante da possibilidade de novas chuvas na região.
Fonte: Comunicado oficial da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), de 27 de outubro de 2026.
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