A Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos recebeu R$ 1 milhão em recursos de emenda parlamentar do deputado federal Luiz Carlos Mota (PL). A verba foi conquistada com apoio dos vereadores Borjão e Sargento Sérgio, que estiveram na manhã desta segunda-feira (9) na instituição hospitalar para oficializar a liberação do recurso, com Safera e Bruzarosco que representaram Motta em Ourinhos. Confira o vídeo abaixo.
Durante o ato simbólico, o superintendente da Santa Casa, Fernando Abreu, destacou que o montante será utilizado para custeio e manutenção dos serviços existentes, incluindo pagamento de médicos, compra de materiais e medicamentos, e suporte às atividades que vão além do teto de repasse fixado pelo SUS.

Fernando Abreu assina o documento (Foto: Gera Laperuta)
Segundo Abreu, a instituição atua acima da capacidade financeira garantida pelos repasses públicos. “Essas emendas parlamentares são fundamentais para que possamos manter a qualidade e a quantidade de atendimentos prestados. Sem elas, seria impossível sustentar o volume de procedimentos que realizamos”, afirmou.
O superintendente também alertou para o defasado valor repassado pelo SUS, que cobre apenas cerca de 60% dos custos reais de um procedimento hospitalar. “Em alguns casos, o SUS cobre menos de 10% do valor de uma cirurgia”, exemplificou, reforçando a importância da ajuda federal, estadual e municipal para garantir o funcionamento pleno da Santa Casa.
Déficit mensal e luta por aumento de teto federal
O secretário municipal de Saúde, Diego Singolani, também esteve presente e explicou que Ourinhos possui um déficit mensal de aproximadamente R$ 800 mil em recursos federais para média e alta complexidade. Isso inclui internações, cirurgias eletivas e a retaguarda da UPA.
“Temos uma Santa Casa estruturada, com profissionais, equipamentos e centro cirúrgico. Mas nos faltam leitos para internar pacientes após cirurgias”, disse Singolani. Ele ressaltou que atualmente pacientes graves ficam retidos na UPA por falta de vagas na Santa Casa, evidenciando o gargalo no sistema de saúde local.
O secretário destacou ainda que a administração municipal, liderada pelo prefeito Guilherme Gonçalves, trabalha em duas frentes junto ao governo federal:
1- Aumento do teto federal em R$ 10 milhões por ano para reduzir o déficit e ampliar os atendimentos;
2- Solicitação de R$ 6 milhões para a construção de 20 novos leitos hospitalares no antigo Hospital Hidalgo, que serão destinados a pacientes cirúrgicos e de retaguarda da UPA.
Segundo ele, os 20 primeiros leitos já estão em fase final de implantação, e os demais dependerão do avanço das negociações com o Ministério da Saúde. “Nossa parte técnica já está toda concluída. Agora é mobilizar politicamente para garantir esses investimentos”, afirmou Singolani.
O recurso de R$ 1 milhão soma-se aos esforços do município em manter e ampliar os serviços de saúde em meio às limitações orçamentárias e à crescente demanda regional. A Santa Casa de Ourinhos atende cerca de 230 mil habitantes, sendo referência para diversos municípios da região.
Durante o ato simbólico, o superintendente da Santa Casa, Fernando Abreu, destacou que o montante será utilizado para custeio e manutenção dos serviços existentes, incluindo pagamento de médicos, compra de materiais e medicamentos, e suporte às atividades que vão além do teto de repasse fixado pelo SUS.

Fernando Abreu assina o documento (Foto: Gera Laperuta)
Segundo Abreu, a instituição atua acima da capacidade financeira garantida pelos repasses públicos. “Essas emendas parlamentares são fundamentais para que possamos manter a qualidade e a quantidade de atendimentos prestados. Sem elas, seria impossível sustentar o volume de procedimentos que realizamos”, afirmou.
O superintendente também alertou para o defasado valor repassado pelo SUS, que cobre apenas cerca de 60% dos custos reais de um procedimento hospitalar. “Em alguns casos, o SUS cobre menos de 10% do valor de uma cirurgia”, exemplificou, reforçando a importância da ajuda federal, estadual e municipal para garantir o funcionamento pleno da Santa Casa.
Déficit mensal e luta por aumento de teto federal
O secretário municipal de Saúde, Diego Singolani, também esteve presente e explicou que Ourinhos possui um déficit mensal de aproximadamente R$ 800 mil em recursos federais para média e alta complexidade. Isso inclui internações, cirurgias eletivas e a retaguarda da UPA.
“Temos uma Santa Casa estruturada, com profissionais, equipamentos e centro cirúrgico. Mas nos faltam leitos para internar pacientes após cirurgias”, disse Singolani. Ele ressaltou que atualmente pacientes graves ficam retidos na UPA por falta de vagas na Santa Casa, evidenciando o gargalo no sistema de saúde local.
O secretário destacou ainda que a administração municipal, liderada pelo prefeito Guilherme Gonçalves, trabalha em duas frentes junto ao governo federal:
1- Aumento do teto federal em R$ 10 milhões por ano para reduzir o déficit e ampliar os atendimentos;
2- Solicitação de R$ 6 milhões para a construção de 20 novos leitos hospitalares no antigo Hospital Hidalgo, que serão destinados a pacientes cirúrgicos e de retaguarda da UPA.
Segundo ele, os 20 primeiros leitos já estão em fase final de implantação, e os demais dependerão do avanço das negociações com o Ministério da Saúde. “Nossa parte técnica já está toda concluída. Agora é mobilizar politicamente para garantir esses investimentos”, afirmou Singolani.
O recurso de R$ 1 milhão soma-se aos esforços do município em manter e ampliar os serviços de saúde em meio às limitações orçamentárias e à crescente demanda regional. A Santa Casa de Ourinhos atende cerca de 230 mil habitantes, sendo referência para diversos municípios da região.



