Uma servidora pública municipal de 52 anos foi vítima do golpe do “Falso Advogado” e perdeu R$ 3.800,00 na tarde desta quinta-feira (27), em Ourinhos. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) e segue sob investigação.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher recebeu uma ligação do número (14) 99848-4027, de uma pessoa que se apresentou como seu advogado, identificado como Dr. D.T.. O golpista informou que uma ação judicial envolvendo J. havia sido julgada procedente e que, para liberar um suposto valor de R$ 30.800,00, seria necessário realizar um procedimento rápido.
Durante a ligação, o criminoso insistiu para que a vítima fizesse uma chamada de vídeo. Já em vídeo, conseguiu induzi-la a compartilhar a tela do aplicativo do Banco Bradesco. Foi nesse momento que o golpista teve acesso às informações bancárias e realizou uma transferência via PIX de R$ 3.800,00, utilizando uma chave aleatória vinculada à conta de Jhenifer da Silveira Bicudo.
Somente ao final da ligação a servidora percebeu que se tratava de um golpe. Ela imediatamente contestou a transferência e reuniu comprovantes para anexar à ocorrência. A Polícia Civil orientou que ela abra uma demanda junto ao banco e esclareceu que tem até seis meses para oferecer representação formal contra o responsável.
A vítima também recebeu uma série de orientações de segurança, entre elas:
– jamais compartilhar dados pessoais ou bancários por telefone ou aplicativos de mensagem;
– não aceitar chamadas de voz ou vídeo de desconhecidos que solicitem acesso ao aplicativo bancário;
– ter cautela antes de realizar PIX ou transferências;
– não clicar em links enviados por SMS, WhatsApp, e-mail ou redes sociais;
– lembrar que bancos não solicitam dados sigilosos por telefone;
– em caso de dúvida, procurar diretamente a agência bancária.
“Ele limpou minha conta”, diz vítima
A servidora procurou a reportagem do Passando a Régua para relatar sua indignação e alertar outras pessoas. Segundo ela, em nenhum momento o golpista pediu dinheiro diretamente ou solicitou que ela realizasse qualquer pagamento.
“Ele fez apenas uma chamada de vídeo, mas só com voz, com a foto do advogado. Eu não vi quem estava do outro lado. Ele conversou o tempo todo para me iludir e conseguiu as informações que queria para entrar na minha conta, mas não pediu dinheiro”, contou.
Em recuperação após uma cirurgia, ela afirma que dependia do valor que foi furtado:
“Ele limpou minha conta e agora eu tento recuperar esse dinheiro”, disse, reforçando o alerta para que ninguém compartilhe telas ou informações bancárias, mesmo diante de supostos profissionais conhecidos.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher recebeu uma ligação do número (14) 99848-4027, de uma pessoa que se apresentou como seu advogado, identificado como Dr. D.T.. O golpista informou que uma ação judicial envolvendo J. havia sido julgada procedente e que, para liberar um suposto valor de R$ 30.800,00, seria necessário realizar um procedimento rápido.
Durante a ligação, o criminoso insistiu para que a vítima fizesse uma chamada de vídeo. Já em vídeo, conseguiu induzi-la a compartilhar a tela do aplicativo do Banco Bradesco. Foi nesse momento que o golpista teve acesso às informações bancárias e realizou uma transferência via PIX de R$ 3.800,00, utilizando uma chave aleatória vinculada à conta de Jhenifer da Silveira Bicudo.
Somente ao final da ligação a servidora percebeu que se tratava de um golpe. Ela imediatamente contestou a transferência e reuniu comprovantes para anexar à ocorrência. A Polícia Civil orientou que ela abra uma demanda junto ao banco e esclareceu que tem até seis meses para oferecer representação formal contra o responsável.
A vítima também recebeu uma série de orientações de segurança, entre elas:
– jamais compartilhar dados pessoais ou bancários por telefone ou aplicativos de mensagem;
– não aceitar chamadas de voz ou vídeo de desconhecidos que solicitem acesso ao aplicativo bancário;
– ter cautela antes de realizar PIX ou transferências;
– não clicar em links enviados por SMS, WhatsApp, e-mail ou redes sociais;
– lembrar que bancos não solicitam dados sigilosos por telefone;
– em caso de dúvida, procurar diretamente a agência bancária.
“Ele limpou minha conta”, diz vítima
A servidora procurou a reportagem do Passando a Régua para relatar sua indignação e alertar outras pessoas. Segundo ela, em nenhum momento o golpista pediu dinheiro diretamente ou solicitou que ela realizasse qualquer pagamento.
“Ele fez apenas uma chamada de vídeo, mas só com voz, com a foto do advogado. Eu não vi quem estava do outro lado. Ele conversou o tempo todo para me iludir e conseguiu as informações que queria para entrar na minha conta, mas não pediu dinheiro”, contou.
Em recuperação após uma cirurgia, ela afirma que dependia do valor que foi furtado:
“Ele limpou minha conta e agora eu tento recuperar esse dinheiro”, disse, reforçando o alerta para que ninguém compartilhe telas ou informações bancárias, mesmo diante de supostos profissionais conhecidos.





