A Sessão de Julgamento da Comissão Processante que pode resultar na cassação do mandato do prefeito afastado de Ourinhos, Guilherme Andrew Gonçalves da Silva (Podemos), segue em andamento na tarde desta quarta-feira (2), na Câmara Municipal. O prefeito não está presente, apenas o seu advogado, Dr. Joel de Matos Pereira. Todos os 15 vereadores estão presentes. Confira a sessão abaixo.

A sessão, iniciada um pouco depois das 14h, já se aproxima das duas horas de duração e, até o momento, os trabalhos estão concentrados na leitura da denúncia e do relatório elaborado pela Comissão Processante.
O processo envolve a Denúncia Protocolada nº 5.740/2026 e foi instaurado no âmbito da Comissão Processante constituída pelo Ato nº 10/2026, que analisou questões relacionadas principalmente à área da saúde durante a administração de Guilherme.
A sessão segue os procedimentos estabelecidos pela Lei Orgânica do Município, pelo Regimento Interno da Câmara e pelo Decreto-Lei nº 201/1967, garantindo ao prefeito afastado o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Após a leitura da denúncia foi realizada a leitura da manifestação da defesa do prefeito.

Votação será aberta e nominal
Encerradas as manifestações, os 15 vereadores de Ourinhos serão chamados individualmente, em ordem alfabética, para declarar seus votos.
Para que ocorra a cassação do mandato, são necessários 10 votos favoráveis, número correspondente a dois terços dos integrantes da Câmara. O quórum necessário permanece em 10 votos mesmo que algum vereador esteja ausente.
Caso a quantidade necessária de votos seja alcançada, será submetido imediatamente ao Plenário o Projeto de Decreto Legislativo que oficializa a perda do mandato. Se os 10 votos não forem atingidos, o processo será arquivado.
Guilherme nega irregularidades
Horas antes do início da sessão, Guilherme Gonçalves concedeu entrevista à TV TEM e afirmou estar tranquilo diante do julgamento. O prefeito afastado declarou confiar nos vereadores e disse acreditar que a análise do processo demonstrará a verdade dos fatos.
Segundo Guilherme, a investigação teve como ponto de partida um contrato que, conforme sua versão, foi herdado da administração anterior. Ele afirmou que sua gestão reduziu valores contratuais e adotou medidas como a convocação de servidores aprovados em concursos e a realização de novos concursos públicos.
Guilherme também questionou os interesses de pessoas que, segundo ele, fizeram acusações contra sua administração e posteriormente passaram a ocupar cargos comissionados na Prefeitura.
A sessão continua na Câmara Municipal de Ourinhos e ainda não há previsão para o encerramento dos trabalhos e início da votação.
A sessão, iniciada um pouco depois das 14h, já se aproxima das duas horas de duração e, até o momento, os trabalhos estão concentrados na leitura da denúncia e do relatório elaborado pela Comissão Processante.
O processo envolve a Denúncia Protocolada nº 5.740/2026 e foi instaurado no âmbito da Comissão Processante constituída pelo Ato nº 10/2026, que analisou questões relacionadas principalmente à área da saúde durante a administração de Guilherme.
A sessão segue os procedimentos estabelecidos pela Lei Orgânica do Município, pelo Regimento Interno da Câmara e pelo Decreto-Lei nº 201/1967, garantindo ao prefeito afastado o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Após a leitura da denúncia foi realizada a leitura da manifestação da defesa do prefeito.
Votação será aberta e nominal
Encerradas as manifestações, os 15 vereadores de Ourinhos serão chamados individualmente, em ordem alfabética, para declarar seus votos.
Para que ocorra a cassação do mandato, são necessários 10 votos favoráveis, número correspondente a dois terços dos integrantes da Câmara. O quórum necessário permanece em 10 votos mesmo que algum vereador esteja ausente.
Caso a quantidade necessária de votos seja alcançada, será submetido imediatamente ao Plenário o Projeto de Decreto Legislativo que oficializa a perda do mandato. Se os 10 votos não forem atingidos, o processo será arquivado.
Guilherme nega irregularidades
Horas antes do início da sessão, Guilherme Gonçalves concedeu entrevista à TV TEM e afirmou estar tranquilo diante do julgamento. O prefeito afastado declarou confiar nos vereadores e disse acreditar que a análise do processo demonstrará a verdade dos fatos.
Segundo Guilherme, a investigação teve como ponto de partida um contrato que, conforme sua versão, foi herdado da administração anterior. Ele afirmou que sua gestão reduziu valores contratuais e adotou medidas como a convocação de servidores aprovados em concursos e a realização de novos concursos públicos.
Guilherme também questionou os interesses de pessoas que, segundo ele, fizeram acusações contra sua administração e posteriormente passaram a ocupar cargos comissionados na Prefeitura.
A sessão continua na Câmara Municipal de Ourinhos e ainda não há previsão para o encerramento dos trabalhos e início da votação.
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