A qualidade do sono está diretamente ligada à saúde, já que dormir bem previne doenças, traz mais disposição para o dia a dia e até aumenta a produtividade no trabalho. Entre os fatores que influenciam diretamente no sono estão um local protegido de barulho, de luminosidade, com temperatura agradável, além do principal item que faz parte do descanso: o colchão.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o recomendado é que o colchão seja trocado a cada 5 anos, principalmente devido ao tratamento antiácaros, que pode ter durabilidade menor do que a estrutura do colchão em si, embora o prazo possa variar de acordo com o produto e o ambiente.
Os sinais de que passou da hora de trocar o colchão são visíveis, como afundamentos na estrutura, manchas, rasgos e mau cheiro. O impacto de um colchão que já não resolve também podem ser sentidos no próprio corpo, sensação de cansaço quando acorda, dores nas costas e alergias.
Feita a troca do colchão que chega ao fim da vida útil por um novo, surge um outro ponto: o descarte que, no Brasil, é um desafio, já que a reciclagem de colchões ainda não avançou. A desfabricação implica em separar os vários materiais que compõe o produto.
Descartar o colchão ou móveis usados na rua pode ser, inclusive, enquadrado como crime ambiental, conforme prevê a legislação brasileira de proteção do meio ambiente. Segundo a diretora-executiva da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchões), Adriana Pierini, a indústria brasileira do setor busca se espelhar em outros países para encontrar soluções e reduzir o impacto ambiental dos colchões, de olho também na preferência cada vez maior dos brasileiros por produtos sustentáveis.
“Fora do Brasil é unânime: eles valorizam mais quando um colchão é produzido com esse olhar, de produtos sustentáveis, biodegradáveis, ou com uma composição de produtos reciclados maior do que de um colchão tradicional”, disse Adriana.
No Brasil, apenas 4% dos resíduos sólidos que podem ser reciclados são enviados para este processo, índice baixo em comparação com outros países em desenvolvimento, como Chile, Argentina, África do Sul e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.
Investimento em pesquisa: colchões e travesseiros mais sustentáveis
A indústria brasileira do setor tem obtido avanços em direção a práticas mais sustentáveis, para que o ciclo de troca de um colchão em fim de vida útil por um novo tenha menos impacto ambiental. Entre as novidades, estão produtos com componentes biodegradáveis, que não agridem o meio ambiente.
A fabricante brasileira Castor apresentou em 2024 o primeiro travesseiro com tecnologia biodegradável do mundo, produzido com matéria-prima vegetal, que se decompõe de forma mais rápida e limpa do que os modelos tradicionais. O investimento em pesquisa foi de R$ 2 milhões. A tecnologia sustentável chegou também à linha de colchões, ajudando a dar novos rumos para o ciclo de vida desse tipo de produto. Compostos de espumas com a nova tecnologia que não utiliza o poliol de origem fóssil com tecido em algodão orgânico e ventilação inteligente, já estão disponíveis no mercado de colchões sustentáveis.
Os novos produtos ainda reduzem toda a emissão de carbono no processo produtivo, renunciando a matérias primas de origem fóssil, uma meta cada vez mais perseguida por empresas de diversos setores e que está alinhada ao comportamento do consumidor brasileiro.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o recomendado é que o colchão seja trocado a cada 5 anos, principalmente devido ao tratamento antiácaros, que pode ter durabilidade menor do que a estrutura do colchão em si, embora o prazo possa variar de acordo com o produto e o ambiente.
Os sinais de que passou da hora de trocar o colchão são visíveis, como afundamentos na estrutura, manchas, rasgos e mau cheiro. O impacto de um colchão que já não resolve também podem ser sentidos no próprio corpo, sensação de cansaço quando acorda, dores nas costas e alergias.
Feita a troca do colchão que chega ao fim da vida útil por um novo, surge um outro ponto: o descarte que, no Brasil, é um desafio, já que a reciclagem de colchões ainda não avançou. A desfabricação implica em separar os vários materiais que compõe o produto.
Descartar o colchão ou móveis usados na rua pode ser, inclusive, enquadrado como crime ambiental, conforme prevê a legislação brasileira de proteção do meio ambiente. Segundo a diretora-executiva da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchões), Adriana Pierini, a indústria brasileira do setor busca se espelhar em outros países para encontrar soluções e reduzir o impacto ambiental dos colchões, de olho também na preferência cada vez maior dos brasileiros por produtos sustentáveis.
“Fora do Brasil é unânime: eles valorizam mais quando um colchão é produzido com esse olhar, de produtos sustentáveis, biodegradáveis, ou com uma composição de produtos reciclados maior do que de um colchão tradicional”, disse Adriana.
No Brasil, apenas 4% dos resíduos sólidos que podem ser reciclados são enviados para este processo, índice baixo em comparação com outros países em desenvolvimento, como Chile, Argentina, África do Sul e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.
Investimento em pesquisa: colchões e travesseiros mais sustentáveis
A indústria brasileira do setor tem obtido avanços em direção a práticas mais sustentáveis, para que o ciclo de troca de um colchão em fim de vida útil por um novo tenha menos impacto ambiental. Entre as novidades, estão produtos com componentes biodegradáveis, que não agridem o meio ambiente.
A fabricante brasileira Castor apresentou em 2024 o primeiro travesseiro com tecnologia biodegradável do mundo, produzido com matéria-prima vegetal, que se decompõe de forma mais rápida e limpa do que os modelos tradicionais. O investimento em pesquisa foi de R$ 2 milhões. A tecnologia sustentável chegou também à linha de colchões, ajudando a dar novos rumos para o ciclo de vida desse tipo de produto. Compostos de espumas com a nova tecnologia que não utiliza o poliol de origem fóssil com tecido em algodão orgânico e ventilação inteligente, já estão disponíveis no mercado de colchões sustentáveis.
Os novos produtos ainda reduzem toda a emissão de carbono no processo produtivo, renunciando a matérias primas de origem fóssil, uma meta cada vez mais perseguida por empresas de diversos setores e que está alinhada ao comportamento do consumidor brasileiro.



