O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o empresário Alcides Hahn a 14 anos de prisão em regime fechado por participação no financiamento dos atos golpistas de Ataques de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
De acordo com decisão da Primeira Turma, proferida no dia 2 de março, Hahn realizou a transferência de R$ 500 via Pix para custear um ônibus que transportou manifestantes de Blumenau até a capital federal. Por unanimidade, os ministros entenderam que a conduta configura associação criminosa armada e tentativa de depor o governo legitimamente constituído.
A defesa do empresário sustenta que a condenação se baseia exclusivamente no repasse do valor e recorreu da decisão. O recurso, que seria analisado no dia 20, foi retirado de pauta. Atualmente, Hahn responde ao processo em liberdade.
Além dele, também foram condenados outros dois homens apontados como financiadores do transporte: Rene Afonso Mahnke, que transferiu R$ 1 mil, e Vilamir Valmor Romanoski, que repassou mais de R$ 10 mil para a contratação do ônibus.
Segundo os autos, o veículo transportou 41 pessoas, entre elas ao menos um participante direto da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes — Congresso Nacional, STF e Palácio do Planalto. O grupo é acusado de integrar uma associação criminosa que, insatisfeita com o resultado das eleições de 2022, atuou para abolir o Estado Democrático de Direito.
Hahn foi condenado pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
De acordo com decisão da Primeira Turma, proferida no dia 2 de março, Hahn realizou a transferência de R$ 500 via Pix para custear um ônibus que transportou manifestantes de Blumenau até a capital federal. Por unanimidade, os ministros entenderam que a conduta configura associação criminosa armada e tentativa de depor o governo legitimamente constituído.
A defesa do empresário sustenta que a condenação se baseia exclusivamente no repasse do valor e recorreu da decisão. O recurso, que seria analisado no dia 20, foi retirado de pauta. Atualmente, Hahn responde ao processo em liberdade.
Além dele, também foram condenados outros dois homens apontados como financiadores do transporte: Rene Afonso Mahnke, que transferiu R$ 1 mil, e Vilamir Valmor Romanoski, que repassou mais de R$ 10 mil para a contratação do ônibus.
Segundo os autos, o veículo transportou 41 pessoas, entre elas ao menos um participante direto da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes — Congresso Nacional, STF e Palácio do Planalto. O grupo é acusado de integrar uma associação criminosa que, insatisfeita com o resultado das eleições de 2022, atuou para abolir o Estado Democrático de Direito.
Hahn foi condenado pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.





