O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o relatório da Polícia Federal (PF) que indiciou o deputado André Janones (Avante-MG) por associação criminosa, peculato e corrupção passiva. O documento faz parte da investigação de um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete. A PGR tem 15 dias para se manifestar, podendo oferecer denúncia, pedir o arquivamento ou solicitar o aprofundamento das investigações.
Janones foi acusado por um ex-funcionário de seu gabinete de exigir parte dos salários dos assessores para uso pessoal, prática conhecida como "rachadinha". Além do deputado, dois ex-assessores também foram indiciados. O inquérito aponta que houve um aumento patrimonial de Janones incompatível com suas receitas oficiais, o que reforça as suspeitas de envolvimento no esquema.
A investigação da PF se baseia em provas como depoimentos, análises de inteligência financeira e dados bancários. O relatório descreve Janones como o "eixo central" do esquema, que teria começado no início de seu mandato. A PGR abriu o inquérito em dezembro de 2023, após pedido da subprocuradora Ana Borges Coêlho Santos, que apontou a necessidade de apurar se o deputado cometeu crimes contra a administração pública em associação com seus assessores.
Janones nega as acusações, e sua defesa ainda não se pronunciou oficialmente.
Janones foi acusado por um ex-funcionário de seu gabinete de exigir parte dos salários dos assessores para uso pessoal, prática conhecida como "rachadinha". Além do deputado, dois ex-assessores também foram indiciados. O inquérito aponta que houve um aumento patrimonial de Janones incompatível com suas receitas oficiais, o que reforça as suspeitas de envolvimento no esquema.
A investigação da PF se baseia em provas como depoimentos, análises de inteligência financeira e dados bancários. O relatório descreve Janones como o "eixo central" do esquema, que teria começado no início de seu mandato. A PGR abriu o inquérito em dezembro de 2023, após pedido da subprocuradora Ana Borges Coêlho Santos, que apontou a necessidade de apurar se o deputado cometeu crimes contra a administração pública em associação com seus assessores.
Janones nega as acusações, e sua defesa ainda não se pronunciou oficialmente.
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