Suzane Louise von Richthofen, conhecida pelo sobrenome associado aos pais que ela mandou assassinar, alterou oficialmente seu nome para Suzane Louise Magnani Muniz após declarar união estável com o médico Felipe Zecchini Muniz. A mudança foi realizada em dezembro do ano passado, quando o casal compareceu a um cartório em Angatuba, no interior de São Paulo.
A união ocorreu cerca de dez meses após Suzane deixar a Penitenciária de Tremembé em regime aberto e oito meses depois de conhecer o médico por meio das redes sociais. Para desvincular-se do sobrenome associado ao crime, Suzane adotou o "Magnani" da avó materna, Lourdes Magnani Silva Abdalla. O "Muniz" foi herdado do companheiro.
O casal decidiu oficializar a união estável para realizar a mudança do sobrenome e tentar afastar o estigma do crime ocorrido em 2002, quando Suzane foi condenada por mandar matar seus pais. A tentativa anterior de alterar sua identidade aconteceu em 2016, quando ela usava o nome "Louise das Dores" durante uma união estável com o marceneiro Rogério Olberg das Dores.
Suzane e Felipe tiveram um filho em janeiro de 2024, registrando a criança com o sobrenome do pai e o novo sobrenome da mãe. Contudo, o "von Richthofen" ainda aparece no campo dos avós maternos na certidão. A mudança de nome visa também facilitar a aceitação de Suzane na família de Felipe, bastante conhecida em Bragança Paulista, embora alguns ainda expressem resistência à presença dela no condomínio onde vivem.

Parte da certidão de nascimento do filho de Suzane e Felipe — Foto: Reprodução





