O clima de festa vivido pelos torcedores do Palmeiras em Lima, no Peru, foi interrompido por uma tragédia na manhã deste sábado (29). O médico urologista Cauê Brunelli Dezotti, de 38 anos, morador de Limeira (SP), morreu após um acidente durante um passeio turístico horas antes da final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Flamengo.
Cauê, torcedor apaixonado pelo Verdão, havia viajado ao Peru para realizar um sonho antigo: assistir a uma final continental no estádio, vestido de verde. Ele estava na capital peruana desde os dias que antecederam a decisão. O acidente ocorreu durante um passeio em um ônibus de turismo de dois andares pelo “Circuito de Playas”, trajeto muito procurado por visitantes.

Segundo relatos de torcedores que acompanhavam o grupo, o ônibus passou sob uma ponte baixa sem reduzir a velocidade. Cauê, que estava no andar superior, bateu violentamente a cabeça na estrutura da Ponte Bajada, em Miraflores, um dos bairros mais turísticos de Lima. Ele recebeu atendimento inicial de um médico que estava entre os passageiros e, em seguida, foi socorrido por uma ambulância até a Clínica Maison de Santé, mas não resistiu aos ferimentos.
A informação foi confirmada pelo chefe da Região Policial de Lima, Enrique Felipe Monrroy, que afirmou à rádio peruana que torcedores estavam em pé, cantando e saltando no segundo nível do veículo quando ocorreu o impacto.
“Eles não viram que iriam passar por uma ponte e se chocaram contra a estrutura”, explicou Monrroy.
Cauê atuava como urologista em Limeira e Campinas, em consultórios particulares. Discreto fora do ambiente profissional, era lembrado pelos amigos como alguém movido por duas paixões: a medicina e o Palmeiras.
O amigo e também torcedor Rafael Spadoni, que acompanhava a viagem, publicou uma mensagem emocionada nas redes sociais:
“Era para ser uma comemoração, uma aventura cheia de risadas, esperança e companheirismo. No meio dessa alegria, a tragédia nos golpeou. Você partiu de repente, deixando um vazio impossível de aceitar”.
“Naquele dia que imaginamos de glória na arquibancada, vai estar você comigo, na lembrança e no coração, como se nunca tivesse partido”, completou.
Nas redes sociais, Cauê frequentemente compartilhava momentos de sua rotina médica. A ida ao Peru, segundo amigos, era um sonho especial e planejado com entusiasmo.
O Palmeiras lamentou oficialmente a morte do torcedor, publicando uma nota de pesar e se solidarizando com familiares e amigos. A notícia rapidamente tomou conta da comunidade palmeirense, tanto no Peru quanto no Brasil, transformando a expectativa pela grande decisão em um clima de profunda consternação.
A final da Copa Libertadores acontece às 18h (horário de Brasília), no Estádio Monumental, em Lima, sob o impacto da tragédia que marcou a torcida alviverde neste sábado.
Cauê, torcedor apaixonado pelo Verdão, havia viajado ao Peru para realizar um sonho antigo: assistir a uma final continental no estádio, vestido de verde. Ele estava na capital peruana desde os dias que antecederam a decisão. O acidente ocorreu durante um passeio em um ônibus de turismo de dois andares pelo “Circuito de Playas”, trajeto muito procurado por visitantes.

Segundo relatos de torcedores que acompanhavam o grupo, o ônibus passou sob uma ponte baixa sem reduzir a velocidade. Cauê, que estava no andar superior, bateu violentamente a cabeça na estrutura da Ponte Bajada, em Miraflores, um dos bairros mais turísticos de Lima. Ele recebeu atendimento inicial de um médico que estava entre os passageiros e, em seguida, foi socorrido por uma ambulância até a Clínica Maison de Santé, mas não resistiu aos ferimentos.
A informação foi confirmada pelo chefe da Região Policial de Lima, Enrique Felipe Monrroy, que afirmou à rádio peruana que torcedores estavam em pé, cantando e saltando no segundo nível do veículo quando ocorreu o impacto.
“Eles não viram que iriam passar por uma ponte e se chocaram contra a estrutura”, explicou Monrroy.
Cauê atuava como urologista em Limeira e Campinas, em consultórios particulares. Discreto fora do ambiente profissional, era lembrado pelos amigos como alguém movido por duas paixões: a medicina e o Palmeiras.
O amigo e também torcedor Rafael Spadoni, que acompanhava a viagem, publicou uma mensagem emocionada nas redes sociais:
“Era para ser uma comemoração, uma aventura cheia de risadas, esperança e companheirismo. No meio dessa alegria, a tragédia nos golpeou. Você partiu de repente, deixando um vazio impossível de aceitar”.
“Naquele dia que imaginamos de glória na arquibancada, vai estar você comigo, na lembrança e no coração, como se nunca tivesse partido”, completou.
Nas redes sociais, Cauê frequentemente compartilhava momentos de sua rotina médica. A ida ao Peru, segundo amigos, era um sonho especial e planejado com entusiasmo.
O Palmeiras lamentou oficialmente a morte do torcedor, publicando uma nota de pesar e se solidarizando com familiares e amigos. A notícia rapidamente tomou conta da comunidade palmeirense, tanto no Peru quanto no Brasil, transformando a expectativa pela grande decisão em um clima de profunda consternação.
A final da Copa Libertadores acontece às 18h (horário de Brasília), no Estádio Monumental, em Lima, sob o impacto da tragédia que marcou a torcida alviverde neste sábado.




