O Tribunal do Júri de Ourinhos condenou, no dia 5 de março, Jhones Max dos Santos a 30 anos e 4 meses de prisão pelo assassinato de Abner Troni de Souza, de 34 anos. O crime ocorreu em 13 de junho de 2023 e o julgamento foi realizado no fórum da cidade, a portas fechadas para o público e a imprensa.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o homicídio ocorreu por volta das 19h, em uma área de mata próxima ao Rio Pardo, entre as ruas Sebastiana Cândida de Paula Carvalho e Fernando Pessoa, no bairro Jardim Josefina. No local, Abner foi atingido por diversos golpes com instrumento pérfuro-contuso, que provocaram os ferimentos responsáveis por sua morte, conforme apontado no laudo necroscópico.
Durante o julgamento, os jurados analisaram uma série de quesitos relacionados à autoria, motivação e circunstâncias do crime. O Conselho de Sentença reconheceu que o réu foi o autor do homicídio e considerou que o crime foi cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.
Segundo a acusação, a motivação do crime teria sido uma espécie de “justiça pelas próprias mãos”, após suspeitas de que Abner teria envolvimento em um caso de abuso sexual contra uma menor. Ainda de acordo com a investigação, o crime teria sido deliberado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), da qual o réu faria parte.
Os jurados também reconheceram que Jhones Max integrava a organização criminosa, cuja atuação foi identificada em Ourinhos até pelo menos novembro de 2023. A denúncia apontou ainda que a execução teria sido realizada com extrema violência, com múltiplos golpes desferidos contra a vítima.
Com base na decisão do júri, o juiz aplicou a pena de 30 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além do pagamento de 21 dias-multa no valor mínimo legal. A sentença foi publicada em plenário às 20h14. O réu não poderá recorrer em liberdade e permanecerá preso no sistema penitenciário. Após o trânsito em julgado, a condenação será comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral para suspensão de seus direitos políticos.
Jhones Max foi encaminhado ao sistema prisional por meio de guia de recolhimento enviada ao Departamento Estadual de Execução Criminal (DEECRIM), com destino à unidade regional em Bauru.
Outra condenação pelo mesmo crime
O caso também resultou na condenação de Victória Siqueira Campos, companheira de Jhones Max. Em julgamento realizado em maio de 2025, ela foi sentenciada a 13 anos e seis meses de prisão por participação no homicídio.
Segundo o Ministério Público, no dia do crime Abner havia sido beneficiado com saída temporária do sistema prisional e foi atraído até a área de mata próxima ao Rio Pardo, onde foi surpreendido por Victória, Jhones e um terceiro suspeito ainda não identificado.
As investigações apontaram que a vítima foi violentamente agredida com diversos golpes em diferentes partes do corpo, incluindo tórax, cabeça e membros superiores. O golpe fatal foi um profundo corte na região do pescoço. Após o ataque, Abner ainda teria sido amarrado a uma árvore com a cabeça voltada para baixo — método que, segundo a polícia, apresenta características associadas a execuções ligadas à facção criminosa.
Durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, Jhones chegou a confessar o crime. Victória, por sua vez, teria admitido extrajudicialmente que esteve presente no local da execução. Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça também foram utilizadas para reforçar as evidências da participação do casal.
O corpo de Abner Troni de Souza foi sepultado no dia 21 de junho de 2023.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o homicídio ocorreu por volta das 19h, em uma área de mata próxima ao Rio Pardo, entre as ruas Sebastiana Cândida de Paula Carvalho e Fernando Pessoa, no bairro Jardim Josefina. No local, Abner foi atingido por diversos golpes com instrumento pérfuro-contuso, que provocaram os ferimentos responsáveis por sua morte, conforme apontado no laudo necroscópico.
Durante o julgamento, os jurados analisaram uma série de quesitos relacionados à autoria, motivação e circunstâncias do crime. O Conselho de Sentença reconheceu que o réu foi o autor do homicídio e considerou que o crime foi cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.
Segundo a acusação, a motivação do crime teria sido uma espécie de “justiça pelas próprias mãos”, após suspeitas de que Abner teria envolvimento em um caso de abuso sexual contra uma menor. Ainda de acordo com a investigação, o crime teria sido deliberado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), da qual o réu faria parte.
Os jurados também reconheceram que Jhones Max integrava a organização criminosa, cuja atuação foi identificada em Ourinhos até pelo menos novembro de 2023. A denúncia apontou ainda que a execução teria sido realizada com extrema violência, com múltiplos golpes desferidos contra a vítima.
Com base na decisão do júri, o juiz aplicou a pena de 30 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além do pagamento de 21 dias-multa no valor mínimo legal. A sentença foi publicada em plenário às 20h14. O réu não poderá recorrer em liberdade e permanecerá preso no sistema penitenciário. Após o trânsito em julgado, a condenação será comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral para suspensão de seus direitos políticos.
Jhones Max foi encaminhado ao sistema prisional por meio de guia de recolhimento enviada ao Departamento Estadual de Execução Criminal (DEECRIM), com destino à unidade regional em Bauru.
Outra condenação pelo mesmo crime
O caso também resultou na condenação de Victória Siqueira Campos, companheira de Jhones Max. Em julgamento realizado em maio de 2025, ela foi sentenciada a 13 anos e seis meses de prisão por participação no homicídio.
Segundo o Ministério Público, no dia do crime Abner havia sido beneficiado com saída temporária do sistema prisional e foi atraído até a área de mata próxima ao Rio Pardo, onde foi surpreendido por Victória, Jhones e um terceiro suspeito ainda não identificado.
As investigações apontaram que a vítima foi violentamente agredida com diversos golpes em diferentes partes do corpo, incluindo tórax, cabeça e membros superiores. O golpe fatal foi um profundo corte na região do pescoço. Após o ataque, Abner ainda teria sido amarrado a uma árvore com a cabeça voltada para baixo — método que, segundo a polícia, apresenta características associadas a execuções ligadas à facção criminosa.
Durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, Jhones chegou a confessar o crime. Victória, por sua vez, teria admitido extrajudicialmente que esteve presente no local da execução. Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça também foram utilizadas para reforçar as evidências da participação do casal.
O corpo de Abner Troni de Souza foi sepultado no dia 21 de junho de 2023.





