Após seis anos do crime, a Justiça condenou Lidiani Nogueira Margonato a uma pena de 10 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, por tentativa de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta segunda-feira (27), após decisão do Tribunal do Júri de Piraju (SP).
Os jurados acataram integralmente a tese da acusação apresentada pelo Ministério Público, que apontou Lidiani como a autora dos disparos contra um adolescente de 15 anos no Carnaval de 2020. O cumprimento da pena foi determinado de forma imediata.
Relembre o Caso
O crime ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2020, na Praça José Ataliba Leonel, centro de Piraju. De acordo com os registros policiais da época:
Os jurados acataram integralmente a tese da acusação apresentada pelo Ministério Público, que apontou Lidiani como a autora dos disparos contra um adolescente de 15 anos no Carnaval de 2020. O cumprimento da pena foi determinado de forma imediata.
Relembre o Caso
O crime ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2020, na Praça José Ataliba Leonel, centro de Piraju. De acordo com os registros policiais da época:
- Conflito: O adolescente se envolveu em uma discussão e briga com um casal no meio da festa.
- Ataque: Lidiani sacou uma arma de fogo, baleou o menor e ainda ameaçou outras duas pessoas que estavam no local.
- Socorro: A vítima foi encontrada pelas equipes de resgate caída próxima à escadaria da Paróquia São Sebastião. Devido à gravidade dos ferimentos, o jovem precisou ser transferido às pressas para um hospital em Avaré (SP) para atendimento ortopédico especializado.
O Julgamento
Durante a sessão do júri, foram colhidos os depoimentos de testemunhas e das vítimas, além do interrogatório da ré. A defesa de Lidiani chegou a pleitear a absolvição ou a retirada das qualificadoras (circunstâncias que tornam o crime mais grave), mas as solicitações foram negadas pelo conselho de sentença.
A defesa da condenada ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão. Lidiani segue agora para o sistema prisional para o início do cumprimento da pena estabelecida pela Justiça.
Durante a sessão do júri, foram colhidos os depoimentos de testemunhas e das vítimas, além do interrogatório da ré. A defesa de Lidiani chegou a pleitear a absolvição ou a retirada das qualificadoras (circunstâncias que tornam o crime mais grave), mas as solicitações foram negadas pelo conselho de sentença.
A defesa da condenada ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão. Lidiani segue agora para o sistema prisional para o início do cumprimento da pena estabelecida pela Justiça.
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