Um caso registrado em 2020 voltará ao centro das atenções do Judiciário de Ourinhos quase seis anos depois. Na próxima quinta-feira, dia 5, o Fórum da cidade sediará um Tribunal do Júri para julgar João Vitor Lemes, denunciado por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil.
De acordo com o Ministério Público, o crime ocorreu no dia 18 de fevereiro de 2020, por volta das 11h40, na Rua Roque de Carvalho, no Jardim Itamaraty. Na ocasião, João Vitor teria tentado matar Renan Ravagnani Barbosa Coelho, hoje com 30 anos, desferindo golpes de faca na região do tórax. O homicídio não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do acusado, principalmente em razão do rápido atendimento médico prestado à vítima.
Conforme a denúncia, antes do ataque houve uma discussão motivada por um desentendimento envolvendo um relacionamento amoroso. Após o primeiro conflito, João Vitor teria deixado o local e retornado algum tempo depois como passageiro de um Fiat Palio cinza, conduzido por seu irmão, Alexandre Augusto Lemes, conhecido como “Belezinha”. Ao descer do veículo, o acusado teria golpeado a vítima com faca e fugido em seguida.
Renan foi socorrido pelo SAMU, encaminhado à UPA e posteriormente transferido para a Santa Casa de Ourinhos, onde passou por cirurgia de drenagem de tórax. Laudo pericial apontou que as lesões eram de natureza grave, com risco concreto de morte, destacando que o hemopneumotórax apresentado poderia ser fatal sem intervenção médica imediata.
Durante a instrução processual, foram ouvidas a vítima, três testemunhas e o próprio réu. Ao final, o Ministério Público entendeu haver prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria, requerendo a pronúncia do acusado. A defesa pediu a impronúncia, mas a Justiça decidiu submeter João Vitor Lemes a julgamento pelo Tribunal do Júri, nos termos do artigo 121, §2º, inciso II, combinado com o artigo 14, inciso II, do Código Penal.
Um fato que chama a atenção no processo é que o acusado respondeu à ação em liberdade, enquanto a vítima atualmente encontra-se presa e deverá participar do julgamento de forma virtual, situação considerada incomum. A defesa técnica será realizada pela advogada criminalista Daniela Aparecida Palosqui de Barros Burati, que afirmou que apresentará todos os fatos ao Conselho de Sentença para que o caso seja julgado com imparcialidade e dentro dos princípios da Justiça.

Advogada criminalista Daniela Aparecida Palosqui de Barros Burati
De acordo com o Ministério Público, o crime ocorreu no dia 18 de fevereiro de 2020, por volta das 11h40, na Rua Roque de Carvalho, no Jardim Itamaraty. Na ocasião, João Vitor teria tentado matar Renan Ravagnani Barbosa Coelho, hoje com 30 anos, desferindo golpes de faca na região do tórax. O homicídio não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do acusado, principalmente em razão do rápido atendimento médico prestado à vítima.
Conforme a denúncia, antes do ataque houve uma discussão motivada por um desentendimento envolvendo um relacionamento amoroso. Após o primeiro conflito, João Vitor teria deixado o local e retornado algum tempo depois como passageiro de um Fiat Palio cinza, conduzido por seu irmão, Alexandre Augusto Lemes, conhecido como “Belezinha”. Ao descer do veículo, o acusado teria golpeado a vítima com faca e fugido em seguida.
Renan foi socorrido pelo SAMU, encaminhado à UPA e posteriormente transferido para a Santa Casa de Ourinhos, onde passou por cirurgia de drenagem de tórax. Laudo pericial apontou que as lesões eram de natureza grave, com risco concreto de morte, destacando que o hemopneumotórax apresentado poderia ser fatal sem intervenção médica imediata.
Durante a instrução processual, foram ouvidas a vítima, três testemunhas e o próprio réu. Ao final, o Ministério Público entendeu haver prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria, requerendo a pronúncia do acusado. A defesa pediu a impronúncia, mas a Justiça decidiu submeter João Vitor Lemes a julgamento pelo Tribunal do Júri, nos termos do artigo 121, §2º, inciso II, combinado com o artigo 14, inciso II, do Código Penal.
Um fato que chama a atenção no processo é que o acusado respondeu à ação em liberdade, enquanto a vítima atualmente encontra-se presa e deverá participar do julgamento de forma virtual, situação considerada incomum. A defesa técnica será realizada pela advogada criminalista Daniela Aparecida Palosqui de Barros Burati, que afirmou que apresentará todos os fatos ao Conselho de Sentença para que o caso seja julgado com imparcialidade e dentro dos princípios da Justiça.

Advogada criminalista Daniela Aparecida Palosqui de Barros Burati





