O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatou uma ação apresentada pelo Novo contra a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), por abuso de poder político.
O Novo acusa o governo de usar a máquina estatal a seu favor para reeleger os dois, e pede que sejam cassados e declarados inelegíveis por oito anos.
O corregedor-geral do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu à defesa prazo de cinco dias para que se manifeste.
Cumprida esta etapa, caberá a Cueva decidir se encerra ou dá continuidade ao processo, com a oitiva de testemunhas e coleta de provas.
O que o Novo diz
A ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) protocolada pelo Novo lista 35 atos normativos editados pelo governo de 1º de janeiro a 16 de outubro de 2026 que criaram ou ampliaram benefícios, ao custo estimado de R$ 99,7 bilhões.
Destas, 12 medidas teriam sido tomadas na reta final da campanha, entre 16 de agosto e 16 de outubro.
As ações questionadas pelo Novo incluem o reajuste do Bolsa Família, a ampliação de subsídios aos combustíveis, programas de renegociação de dívidas, a proibição das bets e o fim da "taxa das blusinhas".
O partido disputou a Presidência em 2026 com o ex-governador Romeu Zema (MG) no primeiro turno e declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo.
O Novo acusa o governo de usar a máquina estatal a seu favor para reeleger os dois, e pede que sejam cassados e declarados inelegíveis por oito anos.
O corregedor-geral do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu à defesa prazo de cinco dias para que se manifeste.
Cumprida esta etapa, caberá a Cueva decidir se encerra ou dá continuidade ao processo, com a oitiva de testemunhas e coleta de provas.
O que o Novo diz
A ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) protocolada pelo Novo lista 35 atos normativos editados pelo governo de 1º de janeiro a 16 de outubro de 2026 que criaram ou ampliaram benefícios, ao custo estimado de R$ 99,7 bilhões.
Destas, 12 medidas teriam sido tomadas na reta final da campanha, entre 16 de agosto e 16 de outubro.
As ações questionadas pelo Novo incluem o reajuste do Bolsa Família, a ampliação de subsídios aos combustíveis, programas de renegociação de dívidas, a proibição das bets e o fim da "taxa das blusinhas".
O partido disputou a Presidência em 2026 com o ex-governador Romeu Zema (MG) no primeiro turno e declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo.
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