O vereador Renilson Bonfin de Oliveira (PRP), do município de Floresta, no norte do Paraná, está sendo investigado pela Polícia Civil do Paraná (PC-PR) após se envolver em um acidente de trânsito que resultou na morte de um pedestre de 50 anos, em Itambé, na mesma região do estado. O parlamentar é investigado por não ter permanecido no local do atropelamento.
O acidente ocorreu na PR-546, na madrugada de domingo (4). De acordo com o relatório da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a vítima foi encontrada já sem vida às margens da rodovia. O corpo apresentava diversos ferimentos e foi recolhido pela Polícia Científica de Maringá. No momento do atendimento da ocorrência, não havia testemunhas no local.
Renilson foi ouvido pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (7) e, após prestar depoimento, foi liberado. Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o vereador confirmou que se envolveu no atropelamento enquanto retornava de uma viagem. Segundo ele, o impacto ocorreu de forma repentina.
“Foi coisa de um segundo. Não sei o que aconteceu. Foi muito rápido”, afirmou.
O parlamentar relatou ainda que, após o atropelamento, deixou o local e se dirigiu a um hospital da cidade para pedir ajuda. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que um carro entra no estacionamento da unidade de saúde. Segundo a Polícia Civil, o vigilante do hospital acionou o socorro médico.
Questionado sobre o motivo de não ter retornado à rodovia, Renilson afirmou que havia aglomeração de pessoas no local e que, por isso, optou por não voltar.
“Eu viajo muito. Então a gente corre, a gente tá dirigindo, não tem como evitar nada. Eu não tive como evitar. Lamento pela família, lamento pela pessoa que morreu. É uma fatalidade”, declarou.
Investigação
O delegado Aldair Oliveira informou à RPC que o vigilante do hospital será ouvido para confirmar se era o vereador quem dirigia o veículo e se ele realmente procurou a unidade para solicitar socorro. O carro de Renilson foi apreendido e passará por perícia.
Ainda segundo o delegado, o vereador afirmou que não ingeriu bebida alcoólica antes de dirigir e que não estava em alta velocidade no momento do acidente. Essas versões serão verificadas por meio de exames periciais, que devem auxiliar no esclarecimento das circunstâncias do atropelamento.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que irá apurar eventuais responsabilidades criminais.
O acidente ocorreu na PR-546, na madrugada de domingo (4). De acordo com o relatório da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a vítima foi encontrada já sem vida às margens da rodovia. O corpo apresentava diversos ferimentos e foi recolhido pela Polícia Científica de Maringá. No momento do atendimento da ocorrência, não havia testemunhas no local.
Renilson foi ouvido pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (7) e, após prestar depoimento, foi liberado. Em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o vereador confirmou que se envolveu no atropelamento enquanto retornava de uma viagem. Segundo ele, o impacto ocorreu de forma repentina.
“Foi coisa de um segundo. Não sei o que aconteceu. Foi muito rápido”, afirmou.
O parlamentar relatou ainda que, após o atropelamento, deixou o local e se dirigiu a um hospital da cidade para pedir ajuda. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que um carro entra no estacionamento da unidade de saúde. Segundo a Polícia Civil, o vigilante do hospital acionou o socorro médico.
Questionado sobre o motivo de não ter retornado à rodovia, Renilson afirmou que havia aglomeração de pessoas no local e que, por isso, optou por não voltar.
“Eu viajo muito. Então a gente corre, a gente tá dirigindo, não tem como evitar nada. Eu não tive como evitar. Lamento pela família, lamento pela pessoa que morreu. É uma fatalidade”, declarou.
Investigação
O delegado Aldair Oliveira informou à RPC que o vigilante do hospital será ouvido para confirmar se era o vereador quem dirigia o veículo e se ele realmente procurou a unidade para solicitar socorro. O carro de Renilson foi apreendido e passará por perícia.
Ainda segundo o delegado, o vereador afirmou que não ingeriu bebida alcoólica antes de dirigir e que não estava em alta velocidade no momento do acidente. Essas versões serão verificadas por meio de exames periciais, que devem auxiliar no esclarecimento das circunstâncias do atropelamento.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que irá apurar eventuais responsabilidades criminais.





