A Câmara Municipal de Anhembi (SP) cassou, na última sexta-feira (5), o mandato da vereadora e primeira-dama Rafaela Souza de Góis (Republicanos). A decisão foi tomada em sessão extraordinária e aprovada por maioria simples: seis votos favoráveis e três contrários ao parecer da Comissão Processante. As informações são do g1.
O relatório apresentado pelo colegiado apontou que Rafaela teria cometido infração político-administrativa, incluindo abuso de autoridade, intimidação durante sessão legislativa e uso indevido da estrutura da Câmara. As conclusões levaram ao pedido de cassação, posteriormente confirmado pelo plenário. A decisão já foi comunicada à Justiça Eleitoral.
Acusações e origem da denúncia
A denúncia que motivou a abertura do processo disciplinar foi apresentada pelo vereador Douglas “Mortadela”. Ele afirma que foi impedido de sair do prédio da Câmara após um desentendimento com Rafaela durante uma sessão. Segundo o parlamentar, a vereadora teria determinado que ele permanecesse no local até a chegada da Polícia Militar, o que, na avaliação dele, configuraria violação do direito de ir e vir.
A discussão teria começado quando Douglas questionou Rafaela sobre um processo envolvendo um imóvel localizado ao lado da prefeitura. Após o episódio, a Comissão Processante foi instaurada e, ao final dos trabalhos, concluiu pela cassação do mandato.
Vereadora contesta decisão e fala em perseguição política
Em nota enviada à imprensa, Rafaela Souza de Góis classificou o processo como “sem fundamento jurídico” e alegou que a cassação seria resultado de “perseguição política e tentativa de silenciamento”.
A parlamentar afirmou ainda que a denúncia teria ocorrido após uma “provocação ilegal” do próprio denunciante, que, segundo ela, divulgou informações distorcidas sobre um processo judicial sigiloso envolvendo seu pai, já falecido.
Rafaela sustenta que sua conduta no episódio foi proporcional, amparada pela imunidade parlamentar, e que a decisão do plenário caracteriza “violência política de gênero”. Ela informou que vai recorrer.
O vereador Douglas “Mortadela” não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
O relatório apresentado pelo colegiado apontou que Rafaela teria cometido infração político-administrativa, incluindo abuso de autoridade, intimidação durante sessão legislativa e uso indevido da estrutura da Câmara. As conclusões levaram ao pedido de cassação, posteriormente confirmado pelo plenário. A decisão já foi comunicada à Justiça Eleitoral.
Acusações e origem da denúncia
A denúncia que motivou a abertura do processo disciplinar foi apresentada pelo vereador Douglas “Mortadela”. Ele afirma que foi impedido de sair do prédio da Câmara após um desentendimento com Rafaela durante uma sessão. Segundo o parlamentar, a vereadora teria determinado que ele permanecesse no local até a chegada da Polícia Militar, o que, na avaliação dele, configuraria violação do direito de ir e vir.
A discussão teria começado quando Douglas questionou Rafaela sobre um processo envolvendo um imóvel localizado ao lado da prefeitura. Após o episódio, a Comissão Processante foi instaurada e, ao final dos trabalhos, concluiu pela cassação do mandato.
Vereadora contesta decisão e fala em perseguição política
Em nota enviada à imprensa, Rafaela Souza de Góis classificou o processo como “sem fundamento jurídico” e alegou que a cassação seria resultado de “perseguição política e tentativa de silenciamento”.
A parlamentar afirmou ainda que a denúncia teria ocorrido após uma “provocação ilegal” do próprio denunciante, que, segundo ela, divulgou informações distorcidas sobre um processo judicial sigiloso envolvendo seu pai, já falecido.
Rafaela sustenta que sua conduta no episódio foi proporcional, amparada pela imunidade parlamentar, e que a decisão do plenário caracteriza “violência política de gênero”. Ela informou que vai recorrer.
O vereador Douglas “Mortadela” não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.



