A Câmara Municipal de Ourinhos aprovou por unanimidade, na noite desta segunda-feira (21), o Projeto de Lei nº 44/2026, que denomina oficialmente como “Praça da Ermida de Nossa Senhora Aparecida” uma área pública localizada no Jardim Eldorado. O espaço abriga a gruta dedicada à Padroeira do Brasil, conhecida pelos moradores como “Gruta da Santa”, e é utilizado há mais de duas décadas como local de oração e convivência comunitária.
A proposta é de autoria do vereador Cícero de Aquino, o Cícero Investigador, e busca reconhecer oficialmente a identidade histórica, religiosa e cultural do local, construído e cuidado inicialmente por um morador conhecido como Seu Francisco.
A área fica na confluência da Rua Adelávio Zimmermann com as ruas Francelina Grossi Archângelo e Ovídio Gregório de Jesus, em um espaço delimitado por uma rotatória e dispositivos de organização do trânsito.
História da gruta começou com iniciativa de morador
Segundo a justificativa do projeto, a história do espaço teve início entre 2005 e 2006, quando Seu Francisco, pedreiro e morador do Jardim Eldorado, começou a plantar árvores em uma área triangular próxima à rotatória.
Com o passar do tempo, ele decidiu construir no local uma gruta de paralelepípedos para abrigar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. A iniciativa transformou a área, antes utilizada principalmente como ponto de passagem, em um espaço de oração frequentado por moradores do bairro.
Percebendo que as pessoas permaneciam em pé durante as visitas, Seu Francisco também construiu bancos e mesas de alvenaria, contribuindo para que o local se tornasse um ponto de encontro da comunidade.
A gruta passou a ser conhecida popularmente como “Gruta da Santa” e se consolidou como referência religiosa e comunitária no Jardim Eldorado.
Festas de 12 de outubro reuniam moradores e crianças
A justificativa do projeto também resgata a tradição das comemorações do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro.
As festas eram organizadas por Seu Francisco com a colaboração dos moradores. Ele comprava doces, enquanto voluntários ajudavam a preparar lembranças para as crianças. A comunidade também contribuía com ingredientes para a confecção de um grande bolo, preparado por uma moradora conhecida como Dona Zete.
Segundo o documento, as celebrações reuniam centenas de crianças e famílias e se tornaram uma tradição no bairro.
Os encontros foram interrompidos durante a pandemia de Covid-19, em 2020. Atualmente, conforme a justificativa, a Paróquia São João Batista participa da retomada das atividades religiosas, com a oração mensal do Santo Terço e a programação de missas no local.
Denominação oficial poderá facilitar identificação e manutenção
Além de preservar a memória de Seu Francisco e a história da comunidade, o projeto busca incluir a área nos cadastros e registros oficiais do município.
De acordo com a justificativa, o espaço não estava identificado formalmente como praça ou área de lazer nos registros municipais, situação apontada como uma dificuldade para a realização de serviços regulares de manutenção, limpeza, iluminação e conservação.
A denominação oficial permitirá identificar o local como Praça da Ermida de Nossa Senhora Aparecida nos registros municipais. O projeto, porém, não estabelece um cronograma de obras ou garante a execução imediata de melhorias.
O texto também esclarece que a denominação não altera a função da rotatória nem dos dispositivos viários existentes, que continuarão destinados à organização e à segurança do trânsito.
Praça deverá receber placa de identificação
O projeto aprovado prevê que a Prefeitura adote as providências necessárias para registrar a nova denominação e instalar uma placa ou outro dispositivo oficial de identificação no local.
Também está prevista a realização de uma inauguração oficial, com convite aos moradores do Jardim Eldorado e da região, lideranças comunitárias e autoridades municipais. Ainda não há data informada para a cerimônia.
Após a aprovação unânime pelos vereadores, o projeto segue para os procedimentos necessários à sua transformação em lei municipal. A denominação passará a ter validade legal após a conclusão desse processo e a publicação da norma.
Com a medida, a Câmara busca oficializar o nome de um espaço que já faz parte da história do Jardim Eldorado, preservando a memória de Seu Francisco e das atividades comunitárias realizadas ao redor da gruta.
A proposta é de autoria do vereador Cícero de Aquino, o Cícero Investigador, e busca reconhecer oficialmente a identidade histórica, religiosa e cultural do local, construído e cuidado inicialmente por um morador conhecido como Seu Francisco.
A área fica na confluência da Rua Adelávio Zimmermann com as ruas Francelina Grossi Archângelo e Ovídio Gregório de Jesus, em um espaço delimitado por uma rotatória e dispositivos de organização do trânsito.
História da gruta começou com iniciativa de morador
Segundo a justificativa do projeto, a história do espaço teve início entre 2005 e 2006, quando Seu Francisco, pedreiro e morador do Jardim Eldorado, começou a plantar árvores em uma área triangular próxima à rotatória.
Com o passar do tempo, ele decidiu construir no local uma gruta de paralelepípedos para abrigar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. A iniciativa transformou a área, antes utilizada principalmente como ponto de passagem, em um espaço de oração frequentado por moradores do bairro.
Percebendo que as pessoas permaneciam em pé durante as visitas, Seu Francisco também construiu bancos e mesas de alvenaria, contribuindo para que o local se tornasse um ponto de encontro da comunidade.
A gruta passou a ser conhecida popularmente como “Gruta da Santa” e se consolidou como referência religiosa e comunitária no Jardim Eldorado.
Festas de 12 de outubro reuniam moradores e crianças
A justificativa do projeto também resgata a tradição das comemorações do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro.
As festas eram organizadas por Seu Francisco com a colaboração dos moradores. Ele comprava doces, enquanto voluntários ajudavam a preparar lembranças para as crianças. A comunidade também contribuía com ingredientes para a confecção de um grande bolo, preparado por uma moradora conhecida como Dona Zete.
Segundo o documento, as celebrações reuniam centenas de crianças e famílias e se tornaram uma tradição no bairro.
Os encontros foram interrompidos durante a pandemia de Covid-19, em 2020. Atualmente, conforme a justificativa, a Paróquia São João Batista participa da retomada das atividades religiosas, com a oração mensal do Santo Terço e a programação de missas no local.
Denominação oficial poderá facilitar identificação e manutenção
Além de preservar a memória de Seu Francisco e a história da comunidade, o projeto busca incluir a área nos cadastros e registros oficiais do município.
De acordo com a justificativa, o espaço não estava identificado formalmente como praça ou área de lazer nos registros municipais, situação apontada como uma dificuldade para a realização de serviços regulares de manutenção, limpeza, iluminação e conservação.
A denominação oficial permitirá identificar o local como Praça da Ermida de Nossa Senhora Aparecida nos registros municipais. O projeto, porém, não estabelece um cronograma de obras ou garante a execução imediata de melhorias.
O texto também esclarece que a denominação não altera a função da rotatória nem dos dispositivos viários existentes, que continuarão destinados à organização e à segurança do trânsito.
Praça deverá receber placa de identificação
O projeto aprovado prevê que a Prefeitura adote as providências necessárias para registrar a nova denominação e instalar uma placa ou outro dispositivo oficial de identificação no local.
Também está prevista a realização de uma inauguração oficial, com convite aos moradores do Jardim Eldorado e da região, lideranças comunitárias e autoridades municipais. Ainda não há data informada para a cerimônia.
Após a aprovação unânime pelos vereadores, o projeto segue para os procedimentos necessários à sua transformação em lei municipal. A denominação passará a ter validade legal após a conclusão desse processo e a publicação da norma.
Com a medida, a Câmara busca oficializar o nome de um espaço que já faz parte da história do Jardim Eldorado, preservando a memória de Seu Francisco e das atividades comunitárias realizadas ao redor da gruta.
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