Um vigilante de 54 anos, morador de Ourinhos, foi vítima do golpe do falso advogado e teve um prejuízo superior a R$ 12 mil. O caso foi registrado nesta quinta-feira, 23, no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos e será investigado pela Polícia Civil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens pelo WhatsApp de um contato que utilizava a foto de seu advogado, responsável por uma ação judicial relacionada ao FGTS. O golpista informou que havia uma "boa notícia" sobre a liberação de valores referentes ao processo iniciado em 2018.
Desconfiado, o vigilante tentou entrar em contato com o advogado por telefone, mas não conseguiu. As conversas continuaram apenas por mensagens, quando o criminoso orientou a vítima a permanecer em um local reservado para participar de uma chamada de vídeo com uma suposta promotora de Justiça.
Durante a videochamada, os estelionatários orientaram o vigilante a acessar os aplicativos bancários das contas mantidas no Santander e no Nubank, exibindo as telas e seguindo as instruções repassadas. Sem perceber que se tratava de uma fraude, ele realizou operações bancárias e transferências via PIX.
Segundo o registro policial, foram efetuadas duas transferências. A primeira, de R$ 1.499, foi realizada utilizando o limite do cheque especial da conta do Santander e enviada para uma conta vinculada à instituição Paycorp Max Ltda. A segunda, de R$ 10.999,99, foi feita após a contratação de um empréstimo, sendo o valor transferido para uma conta ligada à instituição Stone.
A vítima informou que somente ao visualizar os valores movimentados percebeu que poderia estar sendo enganada. Nesse momento, interrompeu o contato com os criminosos e tentou falar novamente com seu advogado.
Ao verificar as movimentações bancárias juntamente com a esposa, a família constatou ainda que o empréstimo havia sido contratado em uma conta do Nubank pertencente ao filho da vítima, utilizada pelos familiares, e que o dinheiro também havia sido transferido aos golpistas.
Após descobrir a fraude, Rogério entrou em contato com o Nubank para comunicar o ocorrido e solicitar o bloqueio das operações, visando a possível recuperação dos valores. A vítima também foi orientada pela Polícia Civil a procurar as demais instituições financeiras envolvidas para solicitar a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), procedimento utilizado para tentar reaver recursos transferidos por meio de golpes via PIX.
O caso será investigado para identificar os responsáveis pelo crime.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens pelo WhatsApp de um contato que utilizava a foto de seu advogado, responsável por uma ação judicial relacionada ao FGTS. O golpista informou que havia uma "boa notícia" sobre a liberação de valores referentes ao processo iniciado em 2018.
Desconfiado, o vigilante tentou entrar em contato com o advogado por telefone, mas não conseguiu. As conversas continuaram apenas por mensagens, quando o criminoso orientou a vítima a permanecer em um local reservado para participar de uma chamada de vídeo com uma suposta promotora de Justiça.
Durante a videochamada, os estelionatários orientaram o vigilante a acessar os aplicativos bancários das contas mantidas no Santander e no Nubank, exibindo as telas e seguindo as instruções repassadas. Sem perceber que se tratava de uma fraude, ele realizou operações bancárias e transferências via PIX.
Segundo o registro policial, foram efetuadas duas transferências. A primeira, de R$ 1.499, foi realizada utilizando o limite do cheque especial da conta do Santander e enviada para uma conta vinculada à instituição Paycorp Max Ltda. A segunda, de R$ 10.999,99, foi feita após a contratação de um empréstimo, sendo o valor transferido para uma conta ligada à instituição Stone.
A vítima informou que somente ao visualizar os valores movimentados percebeu que poderia estar sendo enganada. Nesse momento, interrompeu o contato com os criminosos e tentou falar novamente com seu advogado.
Ao verificar as movimentações bancárias juntamente com a esposa, a família constatou ainda que o empréstimo havia sido contratado em uma conta do Nubank pertencente ao filho da vítima, utilizada pelos familiares, e que o dinheiro também havia sido transferido aos golpistas.
Após descobrir a fraude, Rogério entrou em contato com o Nubank para comunicar o ocorrido e solicitar o bloqueio das operações, visando a possível recuperação dos valores. A vítima também foi orientada pela Polícia Civil a procurar as demais instituições financeiras envolvidas para solicitar a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), procedimento utilizado para tentar reaver recursos transferidos por meio de golpes via PIX.
O caso será investigado para identificar os responsáveis pelo crime.
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