Vigilantes da Etec e Fatec de Ourinhos paralisam atividades e cobram salários atrasados

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Profissionais de segurança e vigilância patrimonial, vinculados a uma empresa terceirizada contratada pelo Governo de São Paulo para atuar nas unidades da FATEC (Faculdade de Tecnologia de São Paulo) e Etec (Escolas Técnicas), ambas pertencentes ao Centro Paula Souza, estão em greve desde a última quinta-feira, 29 de fevereiro. A greve foi deflagrada pelo Sindicato dos Empregados de Segurança e Vigilância de Presidente Prudente e Região, que engloba a cidade de Ourinhos.

Os vigilantes, contratados pela empresa Portec Segurança Patrimonial, alegam não receber salários e benefícios, como vale-refeição e cesta básica, desde janeiro. Além disso, afirmam não conseguir contato com nenhum representante da empresa, sugerindo que esta possa ter encerrado suas atividades. Em resposta a essa situação, os profissionais optaram por iniciar a greve às 18h do dia 29.

Na Etec de Ourinhos, os vigilantes estão trabalhando sem uniforme e revezando seus horários, enquanto os professores da unidade organizaram uma vaquinha para fornecer auxílio financeiro aos trabalhadores afetados. A empresa Porterc Segurança, que já foi notificada, presta serviços em diversas unidades da região de Marília, incluindo Etec Assis, Etec Cândido Mota, Etec Paraguaçu Paulista, Etec Tupã, Etec Quata, Etec Ourinhos, Etec Ipaussu, Fatec Garça, Fatec Marília e Fatec Ourinhos, todas as quais estão sem vigilantes devido à greve.

Ofício do sindicato (Foto: Reprodução) 

Além disso, a empresa também presta serviços na Fundação Casa, também do Governo de São Paulo. A paralisação dos serviços de segurança nessas instituições representa uma preocupação adicional em relação à segurança patrimonial e à proteção dos estudantes e funcionários.

Notificação publicada no Diário Oficial do Estado de SP (Foto: Reprodução)

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