A Polícia Civil do Estado de São Paulo deflagrou, nesta terça-feira (10), a Operação Blood Money, em Assis e região, para combater uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas. A ação foi coordenada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Assis, com apoio de policiais civis do Deinter 8, da Força Tática da Polícia Militar e do BAEP Canil.
As investigações tiveram início após um homicídio ocorrido em 4 de dezembro de 2024, na Avenida Teotônio Vilela, no Jardim Paraná, em Assis. Na ocasião, a vítima foi morta a tiros dentro de um imóvel. Segundo a apuração, dois suspeitos chegaram em uma motocicleta, e o passageiro efetuou os disparos antes de fugir. O crime estaria ligado à disputa pelo controle de um ponto de venda de drogas.
Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e atuação no tráfico de drogas em Assis e municípios da região. Em menos de um mês após o homicídio, os investigados passaram a controlar o ponto de tráfico da vítima, utilizando imóveis próximos ao local do crime e o Bar Bola 8 como apoio.
De acordo com a polícia, o grupo mantinha uma central de vendas de drogas, realizava entregas, controlava pagamentos por meio de transferências via PIX, além de armazenar, fracionar e comercializar entorpecentes, com indícios de vínculo com facção criminosa.
Até a atualização das 11h, a operação resultou em 26 prisões, sendo 16 por mandado judicial e 10 em flagrante, além do cumprimento de 32 mandados de busca e apreensão. Os inquéritos apuram os crimes de homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, que tramitam na 3ª Vara Criminal da Comarca de Assis. As investigações continuam para identificar outros envolvidos.
As investigações tiveram início após um homicídio ocorrido em 4 de dezembro de 2024, na Avenida Teotônio Vilela, no Jardim Paraná, em Assis. Na ocasião, a vítima foi morta a tiros dentro de um imóvel. Segundo a apuração, dois suspeitos chegaram em uma motocicleta, e o passageiro efetuou os disparos antes de fugir. O crime estaria ligado à disputa pelo controle de um ponto de venda de drogas.
Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e atuação no tráfico de drogas em Assis e municípios da região. Em menos de um mês após o homicídio, os investigados passaram a controlar o ponto de tráfico da vítima, utilizando imóveis próximos ao local do crime e o Bar Bola 8 como apoio.
De acordo com a polícia, o grupo mantinha uma central de vendas de drogas, realizava entregas, controlava pagamentos por meio de transferências via PIX, além de armazenar, fracionar e comercializar entorpecentes, com indícios de vínculo com facção criminosa.
Até a atualização das 11h, a operação resultou em 26 prisões, sendo 16 por mandado judicial e 10 em flagrante, além do cumprimento de 32 mandados de busca e apreensão. Os inquéritos apuram os crimes de homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, que tramitam na 3ª Vara Criminal da Comarca de Assis. As investigações continuam para identificar outros envolvidos.
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