Ourinhos,
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Postado em 13/01/2021 às 17:10

Prefeito de Piraju também decreta toque de recolher; lá é proibido sair de casa entre 22h e 6h, já em Ourinhos da 0h às 5h

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O prefeito de Piraju (59 km de Ourinhos) também decretou um toque de recolher para tentar conter o avanço do novo coronavírus. A partir de sexta-feira (15) será proibido aglomerações em ruas e avenidas da cidade entre 22h e 6h. Praças públicas e o comércio também serão fechados no mesmo horário.

O governo municipal vai fechar quatro praças durante as oito horas, diariamente. São elas a Joaquim Antonio Arruda, Benedito Silveira Camargo, Ataliba Leonel e Wilson Biróqui. Não será permitida a permanência de pessoas no local.

Motoristas não poderão estacionar os carros nas tradicionais ruas e avenidas da cidade usadas para a concentração de pessoas. Aglomerações em qualquer espaço público também serão proibidas.

O comércio não poderá funcionar entre 22h e 6h. Apenas os serviços de entrega serão permitidos até a meia-noite.

Quem for flagrado descumprindo o decreto pode ser multado no valor de R$ 100, no caso de pessoa física. A quantia será de R$ 3 mil no caso de pessoa jurídica, além do fechamento do comércio. Se houver reincidência, o valor da multa subirá 50%.

Em Ourinhos, o prefeito Lucas Pocay (PSD) também determinou que as pessoas não podem circular em áreas públicas a partir da 0h (meia noite) até às 5h. Aqui a multa é de R$1.012, 40.

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De acordo com a Prefeitura medidas acontecem por falta de leitos de UTI na região

A Prefeitura de Ourinhos informou na tarde de hoje (13), que oito dos 11 hospitais do DRS (Departamento Regional de Saúde) de Marília, que engloba Ourinhos, estão com alta taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Cinco deles estão com 100% de ocupação.

Na terça-feira (12), os hospitais de Adamantina, Osvaldo Cruz, Assis, Paraguaçu Paulista, Marília, Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo e Garça estavam com taxa de 70% a 100% de ocupação.

Apesar da necessidade de leitos de UTI, a Prefeitura continua gastando cerca de R$1,5 milhão no Hospital de Campanha, que não tem nenhuma UTI. Com o valor seria possível manter pelo menos novos 30 leitos de UTI na Santa Casa, mais do que suficiente para desafogar a alta demanda regional.

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