Circula desde a manhã desta quarta-feira, 26, a informação de que a ABEDESC – Associação Beneficente de Desenvolvimento Social e Cultural deverá assumir a gestão da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ourinhos já a partir da próxima segunda-feira, 1º de dezembro. A Prefeitura, no entanto, ainda não fez nenhum anúncio oficial.
O atual contrato da Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, responsável pela administração da UPA, se encerra no dia 30 de novembro, o que aumenta a expectativa e a preocupação entre funcionários e usuários do serviço.
De acordo com um trabalhador da unidade, a orientação interna é de que a ABEDESC assumiria “hoje, às 14h”, e que os funcionários foram informados de que o quadro seria mantido. Ainda segundo o relato repassado à reportagem, quem optar por deixar o serviço após o fim do contrato da Santa Casa poderá fazê-lo, enquanto os demais devem continuar sob a nova gestão.
A transição ocorre em meio à suspensão do edital de seleção de OSCs (Organizações da Sociedade Civil), que previa um termo de colaboração para o gerenciamento de equipamentos da Atenção Primária e da própria UPA Tipo II, divididos nos lotes 1 e 2. Com o processo paralisado, cresce a incerteza sobre como será garantida a continuidade do atendimento de urgência e emergência no município.
Na terça-feira (25), o secretário municipal de Saúde, Diego Singolani, afirmou ter apresentado ao Ministério Público um plano de transição, antes de qualquer definição, para evitar questionamentos jurídicos.
Apesar disso, até a manhã desta quarta-feira nenhuma nota oficial havia sido divulgada pela Prefeitura, mantendo o clima de indefinição sobre o futuro da UPA.
O atual contrato da Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, responsável pela administração da UPA, se encerra no dia 30 de novembro, o que aumenta a expectativa e a preocupação entre funcionários e usuários do serviço.
De acordo com um trabalhador da unidade, a orientação interna é de que a ABEDESC assumiria “hoje, às 14h”, e que os funcionários foram informados de que o quadro seria mantido. Ainda segundo o relato repassado à reportagem, quem optar por deixar o serviço após o fim do contrato da Santa Casa poderá fazê-lo, enquanto os demais devem continuar sob a nova gestão.
A transição ocorre em meio à suspensão do edital de seleção de OSCs (Organizações da Sociedade Civil), que previa um termo de colaboração para o gerenciamento de equipamentos da Atenção Primária e da própria UPA Tipo II, divididos nos lotes 1 e 2. Com o processo paralisado, cresce a incerteza sobre como será garantida a continuidade do atendimento de urgência e emergência no município.
Na terça-feira (25), o secretário municipal de Saúde, Diego Singolani, afirmou ter apresentado ao Ministério Público um plano de transição, antes de qualquer definição, para evitar questionamentos jurídicos.
Apesar disso, até a manhã desta quarta-feira nenhuma nota oficial havia sido divulgada pela Prefeitura, mantendo o clima de indefinição sobre o futuro da UPA.




