O ajudante de motorista Aparecido Donizete de Araújo, conhecido como “Cidão”, atualmente com 53 anos, será levado a júri popular nesta quinta-feira (26), a partir das 9h30, no Fórum de Ourinhos. Ele é acusado de tentar matar a própria esposa em setembro de 2020.
Segundo o processo nº 1502446-41.2020.8.26.0408, o réu foi denunciado por tentativa de feminicídio, crime previsto no artigo 121, §2º, inciso VI, combinado com o artigo 14, inciso II, do Código Penal. De acordo com a denúncia, no dia 12 de setembro de 2020, na Rua Manoel Costa Duca, no Jardim Itajubi, ele teria desferido golpes de faca contra a companheira, então com 43 anos, agindo contra a mulher em razão de sua condição do sexo feminino. O crime não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do acusado.
À época, o caso ganhou repercussão após a vítima ser socorrida em estado grave à Santa Casa de Ourinhos, com diversas perfurações pelo corpo. A residência apresentava marcas de sangue e a faca utilizada foi apreendida. O casal estaria em processo de separação.
A denúncia foi recebida pela Justiça poucos dias após o crime. Durante a fase de instrução, foram ouvidas a vítima, testemunhas de acusação e defesa, além do interrogatório do réu. Em outubro de 2023, ele foi pronunciado para ser julgado pelo Tribunal do Júri. A defesa recorreu, mas a 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão.
Com o processo preparado para julgamento, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Ourinhos, que decidirá sobre a responsabilidade criminal do acusado.
Segundo o processo nº 1502446-41.2020.8.26.0408, o réu foi denunciado por tentativa de feminicídio, crime previsto no artigo 121, §2º, inciso VI, combinado com o artigo 14, inciso II, do Código Penal. De acordo com a denúncia, no dia 12 de setembro de 2020, na Rua Manoel Costa Duca, no Jardim Itajubi, ele teria desferido golpes de faca contra a companheira, então com 43 anos, agindo contra a mulher em razão de sua condição do sexo feminino. O crime não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do acusado.
À época, o caso ganhou repercussão após a vítima ser socorrida em estado grave à Santa Casa de Ourinhos, com diversas perfurações pelo corpo. A residência apresentava marcas de sangue e a faca utilizada foi apreendida. O casal estaria em processo de separação.
A denúncia foi recebida pela Justiça poucos dias após o crime. Durante a fase de instrução, foram ouvidas a vítima, testemunhas de acusação e defesa, além do interrogatório do réu. Em outubro de 2023, ele foi pronunciado para ser julgado pelo Tribunal do Júri. A defesa recorreu, mas a 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão.
Com o processo preparado para julgamento, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Ourinhos, que decidirá sobre a responsabilidade criminal do acusado.
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