O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e Autárquicos de Ourinhos (SINSERPO) realizou, na última terça-feira (30), uma nova eleição para a escolha da diretoria, em cumprimento a uma determinação da Justiça. Ao final da votação, a Chapa 01 – "Unidade e Luta: O Trabalho Vai Continuar" foi reeleita com 97% dos votos válidos, garantindo a permanência da atual gestão à frente da entidade pelos próximos seis anos.

A eleição contou com chapa única e foi organizada para assegurar ampla participação dos servidores filiados. Durante todo o dia, urnas itinerantes percorreram os locais de trabalho dos servidores, enquanto uma urna fixa permaneceu disponível na sede do sindicato.
Participaram da votação servidores filiados de Ourinhos, Canitar, Ipaussu, Bernardino de Campos, Salto Grande, Chavantes, Ibirarema, Ribeirão do Sul, Ocauçu, Campos Novos Paulista, Alvinlândia, Lupércio, Ubirajara e Gália.
Com o resultado, o atual presidente Edinilson Ribeiro da Silva, o Biguá, foi reconduzido ao cargo. Após a confirmação da vitória, ele agradeceu a confiança dos servidores e reafirmou o compromisso de continuar defendendo os direitos da categoria.
"Recebo esse resultado com muita gratidão e responsabilidade. Agradeço a todos os servidores que participaram da eleição e confiaram novamente no nosso trabalho. Vamos continuar lutando por melhores salários, valorização profissional, direitos e condições dignas para todos os servidores que representamos", afirmou Biguá.
O presidente também agradeceu o apoio da CUT-SP e da FETAM-SP, entidades que acompanharam e auxiliaram na realização do processo eleitoral.
A nova diretoria já foi empossada e informou que dará continuidade às ações desenvolvidas pelo sindicato, mantendo o diálogo com os servidores e a defesa dos interesses da categoria nos municípios representados pela entidade.
Nova eleição foi determinada pela Justiça
A realização do novo pleito ocorreu após decisão da 2ª Vara Cível de Ourinhos, publicada em maio deste ano, que declarou nula a eleição sindical realizada em 2023.
A ação foi proposta por servidores que apontaram irregularidades no processo eleitoral, principalmente relacionadas à falta de ampla divulgação do edital de convocação, exigência prevista no estatuto do próprio sindicato.
Na sentença, a magistrada concluiu que a ausência da publicidade adequada comprometeu a participação democrática dos filiados e dificultou a inscrição de eventuais chapas de oposição. A decisão também menciona que testemunhas e provas apresentadas no processo indicaram que o edital não foi afixado na sede e nas subsedes da entidade, como determina o estatuto.
A juíza classificou o processo de 2023 como uma "eleição claustrofóbica" ou clandestina, entendendo que as falhas favoreceram o grupo que já administrava o sindicato. Também foi destacado que o período para inscrição de chapas foi de apenas cinco dias úteis, prazo considerado insuficiente para assegurar igualdade de participação entre os interessados.
Com isso, a Justiça determinou o afastamento da diretoria eleita em 2023 e a constituição de uma junta governativa provisória, responsável por administrar a entidade e organizar uma nova eleição no prazo de até 60 dias, garantindo ampla publicidade e igualdade de condições para todos os concorrentes.
Na ocasião da decisão judicial, o presidente Edinilson Ribeiro da Silva informou que o sindicato recebeu a sentença com respeito, destacou que o departamento jurídico analisava as medidas cabíveis e afirmou que a entidade respeitaria o direito dos servidores de escolher democraticamente seus representantes.
Com a realização da nova eleição e a homologação do resultado, a atual diretoria retorna oficialmente ao comando do SINSERPO para um novo mandato de seis anos.

A eleição contou com chapa única e foi organizada para assegurar ampla participação dos servidores filiados. Durante todo o dia, urnas itinerantes percorreram os locais de trabalho dos servidores, enquanto uma urna fixa permaneceu disponível na sede do sindicato.
Participaram da votação servidores filiados de Ourinhos, Canitar, Ipaussu, Bernardino de Campos, Salto Grande, Chavantes, Ibirarema, Ribeirão do Sul, Ocauçu, Campos Novos Paulista, Alvinlândia, Lupércio, Ubirajara e Gália.
Com o resultado, o atual presidente Edinilson Ribeiro da Silva, o Biguá, foi reconduzido ao cargo. Após a confirmação da vitória, ele agradeceu a confiança dos servidores e reafirmou o compromisso de continuar defendendo os direitos da categoria.
"Recebo esse resultado com muita gratidão e responsabilidade. Agradeço a todos os servidores que participaram da eleição e confiaram novamente no nosso trabalho. Vamos continuar lutando por melhores salários, valorização profissional, direitos e condições dignas para todos os servidores que representamos", afirmou Biguá.
O presidente também agradeceu o apoio da CUT-SP e da FETAM-SP, entidades que acompanharam e auxiliaram na realização do processo eleitoral.
A nova diretoria já foi empossada e informou que dará continuidade às ações desenvolvidas pelo sindicato, mantendo o diálogo com os servidores e a defesa dos interesses da categoria nos municípios representados pela entidade.
Nova eleição foi determinada pela Justiça
A realização do novo pleito ocorreu após decisão da 2ª Vara Cível de Ourinhos, publicada em maio deste ano, que declarou nula a eleição sindical realizada em 2023.
A ação foi proposta por servidores que apontaram irregularidades no processo eleitoral, principalmente relacionadas à falta de ampla divulgação do edital de convocação, exigência prevista no estatuto do próprio sindicato.
Na sentença, a magistrada concluiu que a ausência da publicidade adequada comprometeu a participação democrática dos filiados e dificultou a inscrição de eventuais chapas de oposição. A decisão também menciona que testemunhas e provas apresentadas no processo indicaram que o edital não foi afixado na sede e nas subsedes da entidade, como determina o estatuto.
A juíza classificou o processo de 2023 como uma "eleição claustrofóbica" ou clandestina, entendendo que as falhas favoreceram o grupo que já administrava o sindicato. Também foi destacado que o período para inscrição de chapas foi de apenas cinco dias úteis, prazo considerado insuficiente para assegurar igualdade de participação entre os interessados.
Com isso, a Justiça determinou o afastamento da diretoria eleita em 2023 e a constituição de uma junta governativa provisória, responsável por administrar a entidade e organizar uma nova eleição no prazo de até 60 dias, garantindo ampla publicidade e igualdade de condições para todos os concorrentes.
Na ocasião da decisão judicial, o presidente Edinilson Ribeiro da Silva informou que o sindicato recebeu a sentença com respeito, destacou que o departamento jurídico analisava as medidas cabíveis e afirmou que a entidade respeitaria o direito dos servidores de escolher democraticamente seus representantes.
Com a realização da nova eleição e a homologação do resultado, a atual diretoria retorna oficialmente ao comando do SINSERPO para um novo mandato de seis anos.
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