O Passando a Régua teve acesso a mais informações sobre a investigação do latrocínio da professora aposentada Adnéia Cota Peres, de 78 anos, encontrada morta na tarde de quinta-feira (8), dentro de sua residência, na Rua Olímpio Coelho Tupiná, na Vila Nova Christoni, região da Barra Funda.
O homem preso pela Força Tática da Polícia Militar na noite de quinta-feira foi identificado como Wesley de A. A., de 36 anos, conhecido pelo apelido de “Beijinho”.
Ele foi autuado em flagrante pela prática, em tese, de latrocínio consumado, crime previsto no artigo 157, parágrafo 3º, inciso II, do Código Penal, e permaneceu à disposição da Justiça para a realização da audiência de custódia.
Os elementos que fundamentaram a prisão incluem o depoimento de uma testemunha, a recuperação do celular da vítima e a apreensão de uma botina cujo solado apresenta correspondência com marcas fotografadas no local do crime.
Outros dois homens também são investigados por possível participação no latrocínio.
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Denúncia anônima levou policiais até residência onde suspeitos teriam dividido objetos roubados
De acordo com apurado pelo Passando a Régua, equipes da Força Tática realizavam patrulhamento quando receberam informações do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) sobre a morte da professora.
Os policiais se deslocaram até a residência de Adnéia, onde equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar já realizavam diligências.
Durante os trabalhos, uma denúncia anônima apontou que os possíveis envolvidos no crime estariam em uma residência na Rua Brasil, nas proximidades do local onde a professora morava.
A equipe foi até o endereço e conversou com a moradora, que autorizou a entrada dos agentes e informou que três homens conhecidos como “Paraná”, “Beto” e “Beijinho” haviam comparecido à sua residência durante a manhã de quinta-feira.
A testemunha relatou que os três chegaram carregando uma mala e diversos objetos, incluindo joias, dinheiro, um aparelho celular e alimentos.
Ainda conforme seu depoimento, os homens teriam afirmado que haviam acabado de praticar um roubo e pretendiam dividir os objetos.
A mulher declarou que, ao tomar conhecimento da possível origem criminosa dos pertences, determinou que eles deixassem a residência.
Ela também informou aos policiais que o homem conhecido como “Paraná” estaria morando em sua casa havia aproximadamente três dias.
As informações fornecidas pela testemunha permitiram que os policiais identificassem características dos suspeitos e intensificassem as buscas pela região.
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Homem preso foi levado à CPJ de Ourinhos
Wesley foi localizado no CSU e tentou fugir, segundo a Polícia Militar
Após receberem as informações, os policiais da Força Tática realizaram diligências nas imediações.
Durante o patrulhamento, localizaram Wesley no Centro Social Urbano (CSU), em Ourinhos.
Segundo o boletim de ocorrência, ao perceber a presença da equipe, o suspeito tentou fugir a pé.
Os policiais iniciaram o acompanhamento e conseguiram alcançá-lo.
Ainda de acordo com o apurado, Wesley apresentou resistência à abordagem, sendo necessário o emprego de força para contê-lo.
Durante a busca pessoal, nenhum objeto ilícito foi encontrado.
Questionado sobre o crime, o suspeito teria inicialmente admitido participação nos acontecimentos e informado que havia vendido um aparelho celular retirado da residência da professora.
Posteriormente, conforme relatado pelo tenente De Souza em entrevista ao Passando a Régua, Wesley mudou sua versão e negou conhecimento sobre os fatos.
A investigação deverá esclarecer as circunstâncias dessas declarações e a eventual participação do suspeito na morte da vítima.

Celular da professora foi recuperado em endereço indicado pelo suspeito
Um dos principais elementos apresentados pela Polícia Civil para justificar a prisão foi a recuperação do aparelho celular de Adnéia.
Segundo apurado, Wesley teria informado que vendeu o telefone a uma pessoa que residia na própria Rua Olímpio Coelho Tupiná, nas proximidades do CSU.
Os policiais foram até o endereço indicado e conversaram com uma moradora.
Ela relatou que seu companheiro havia adquirido um telefone celular naquela manhã e apresentou o aparelho aos militares.
Após consulta ao número de identificação do equipamento, conhecido como IMEI, os policiais confirmaram que se tratava de um Samsung Galaxy A03 pertencente à professora Adnéia Cota Peres.
A recuperação do telefone no endereço indicado pelo suspeito foi considerada pela autoridade policial um elemento relevante para a investigação.
Na decisão que fundamentou a prisão em flagrante, o delegado destacou que a localização do aparelho reforça os indícios reunidos durante as diligências.
Não há, nas informações apresentadas, confirmação de que a pessoa que adquiriu o celular soubesse de sua origem criminosa.
Botina apreendida apresenta correspondência com marcas encontradas na residência
Outra informação importante revelada é a apreensão de uma botina pertencente a Wesley.
Segundo o documento, o solado do calçado apresenta correspondência com marcas fotografadas no local do crime.
O objeto foi recolhido e incluído entre os materiais apreendidos durante a investigação.
A comparação poderá contribuir para esclarecer se o suspeito esteve na residência da professora e em quais circunstâncias.
Também foram apreendidos um par de tênis branco e uma mochila infantil contendo um cigarro eletrônico e um boné, materiais relacionados, segundo o boletim, a outro indivíduo mencionado na investigação.
Esses objetos deverão ser analisados no contexto das demais provas reunidas.
Objetos levados da casa da professora
Entre os pertences apontados como subtraídos da residência de Adnéia estão uma bolsa de uso diário, que continha carteira, documentos pessoais e um cartão bancário do Banco do Brasil; um anel de ouro; e o aparelho celular Samsung Galaxy A03, posteriormente recuperado.
A polícia também apreendeu um cartão da Caixa Econômica Federal, acompanhado de uma anotação bancária.
Além desses objetos, foram recolhidos alimentos que podem ter sido retirados da residência da vítima.
O registro relaciona um pote de ameixas em conserva, uma bandeja de mortadela, um pacote de macarrão tipo espaguete e um pacote de queijo ralado.
Os produtos foram apreendidos durante as diligências e poderão contribuir para esclarecer o caminho percorrido pelos suspeitos após o crime.
Delegado fundamentou prisão em quatro elementos principais
Na decisão que formalizou a prisão em flagrante, a autoridade policial apontou quatro elementos considerados relevantes para vincular Wesley, em tese, ao latrocínio.
O primeiro foi o depoimento da testemunha que afirmou ter visto três homens chegando à sua residência com objetos possivelmente retirados da casa da professora.
O segundo foi a tentativa de fuga de Wesley ao perceber a aproximação da Força Tática.
O terceiro elemento foi a declaração inicial atribuída ao suspeito, na qual ele teria admitido participação no crime.
Por último, o delegado destacou a recuperação do celular da vítima no endereço indicado pelo próprio investigado, com confirmação da propriedade do aparelho por meio do IMEI.
Com base no conjunto dessas informações, a autoridade policial formalizou a prisão em flagrante de Wesley pela prática, em tese, de latrocínio consumado.
O suspeito foi informado de seus direitos constitucionais e permaneceu à disposição da Justiça.
O documento também informa que ele declarou não possuir advogado constituído, devendo ser assegurada a assistência jurídica prevista na legislação.
A prisão em flagrante não representa condenação. A responsabilidade criminal do investigado dependerá do andamento das investigações e da análise da Justiça.
Outros dois suspeitos são investigados
A Polícia Civil também busca esclarecer a participação de outros dois homens mencionados no depoimento da testemunha.
Eles foram identificados inicialmente pelos apelidos de “Paraná” e “Beto”.
Conforme o registro, os três suspeitos teriam passado juntos pela residência da testemunha após o crime, levando uma mala e outros pertences.
A polícia ainda deverá esclarecer a participação individual de cada investigado, como ocorreu a entrada na residência e o que aconteceu durante a madrugada.
Até as informações mais recentes fornecidas à reportagem, não havia confirmação da prisão dos outros dois suspeitos.
Câmeras teriam registrado três homens deixando a casa durante a madrugada
Conforme o Passando a Régua já havia noticiado, uma sobrinha da professora informou que imagens de câmeras de segurança teriam registrado três homens deixando a residência por volta das 4h40 da madrugada de quinta-feira (8).
A informação poderá ajudar a estabelecer a sequência dos acontecimentos.
Adnéia havia sido vista na noite de quarta-feira (7), quando conversou com o sapateiro Luiz, amigo da vítima e proprietário de um estabelecimento próximo.
Na manhã seguinte, o comerciante estranhou que ela não tivesse aparecido para cumprimentá-lo, como fazia habitualmente.
Após tentar chamá-la diversas vezes, sem resposta, Luiz acionou a Polícia Militar.
Por volta das 14h, os policiais entraram na residência e encontraram a professora caída no chão da cozinha, já sem vida.
A casa estava completamente revirada, com armários e gavetas abertos e objetos espalhados.
O delegado João Beffa, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), explicou anteriormente que os sinais encontrados no imóvel apontavam para uma ação de roubo.
A causa exata da morte ainda depende do resultado do exame necroscópico.
Suspeito deverá passar por audiência de custódia
Com a formalização da prisão em flagrante, Wesley de Almeida Alves deverá ser apresentado à Justiça para audiência de custódia.
Nessa etapa, o Judiciário analisará a legalidade da prisão e decidirá se o investigado continuará preso preventivamente ou se será aplicada outra medida prevista em lei.
A Polícia Civil seguirá reunindo depoimentos, imagens de câmeras de segurança, documentos e resultados dos exames periciais para esclarecer o crime.
A investigação também deverá estabelecer a relação entre os objetos apreendidos e a residência da professora, além de verificar a participação dos demais suspeitos.
Velório de Adnéia começa nesta sexta-feira; sepultamento será sábado
A professora aposentada Adnéia Cota Peres, de 78 anos, será velada a partir das 16h desta sexta-feira (9), no Velório São Benedito, localizado na Rua Gaspar Ricardo, nº 1190, em frente ao Cemitério Municipal de Ourinhos.
O sepultamento está marcado para sábado (10), às 9h, no Cemitério Municipal de Ourinhos.
A morte da professora provocou tristeza e comoção entre familiares, amigos e moradores da Vila Nova Christoni, onde ela era conhecida e mantinha contato frequente com os vizinhos.
O Passando a Régua continuará acompanhando as investigações, a audiência de custódia e as buscas pelos demais suspeitos.
O Passando a Régua manifesta seus sinceros sentimentos aos familiares e amigos de Adnéia Cota Peres neste momento de dor e despedida.
O homem preso pela Força Tática da Polícia Militar na noite de quinta-feira foi identificado como Wesley de A. A., de 36 anos, conhecido pelo apelido de “Beijinho”.
Ele foi autuado em flagrante pela prática, em tese, de latrocínio consumado, crime previsto no artigo 157, parágrafo 3º, inciso II, do Código Penal, e permaneceu à disposição da Justiça para a realização da audiência de custódia.
Os elementos que fundamentaram a prisão incluem o depoimento de uma testemunha, a recuperação do celular da vítima e a apreensão de uma botina cujo solado apresenta correspondência com marcas fotografadas no local do crime.
Outros dois homens também são investigados por possível participação no latrocínio.
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Denúncia anônima levou policiais até residência onde suspeitos teriam dividido objetos roubados
De acordo com apurado pelo Passando a Régua, equipes da Força Tática realizavam patrulhamento quando receberam informações do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) sobre a morte da professora.
Os policiais se deslocaram até a residência de Adnéia, onde equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar já realizavam diligências.
Durante os trabalhos, uma denúncia anônima apontou que os possíveis envolvidos no crime estariam em uma residência na Rua Brasil, nas proximidades do local onde a professora morava.
A equipe foi até o endereço e conversou com a moradora, que autorizou a entrada dos agentes e informou que três homens conhecidos como “Paraná”, “Beto” e “Beijinho” haviam comparecido à sua residência durante a manhã de quinta-feira.
A testemunha relatou que os três chegaram carregando uma mala e diversos objetos, incluindo joias, dinheiro, um aparelho celular e alimentos.
Ainda conforme seu depoimento, os homens teriam afirmado que haviam acabado de praticar um roubo e pretendiam dividir os objetos.
A mulher declarou que, ao tomar conhecimento da possível origem criminosa dos pertences, determinou que eles deixassem a residência.
Ela também informou aos policiais que o homem conhecido como “Paraná” estaria morando em sua casa havia aproximadamente três dias.
As informações fornecidas pela testemunha permitiram que os policiais identificassem características dos suspeitos e intensificassem as buscas pela região.
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Homem preso foi levado à CPJ de Ourinhos
Wesley foi localizado no CSU e tentou fugir, segundo a Polícia Militar
Após receberem as informações, os policiais da Força Tática realizaram diligências nas imediações.
Durante o patrulhamento, localizaram Wesley no Centro Social Urbano (CSU), em Ourinhos.
Segundo o boletim de ocorrência, ao perceber a presença da equipe, o suspeito tentou fugir a pé.
Os policiais iniciaram o acompanhamento e conseguiram alcançá-lo.
Ainda de acordo com o apurado, Wesley apresentou resistência à abordagem, sendo necessário o emprego de força para contê-lo.
Durante a busca pessoal, nenhum objeto ilícito foi encontrado.
Questionado sobre o crime, o suspeito teria inicialmente admitido participação nos acontecimentos e informado que havia vendido um aparelho celular retirado da residência da professora.
Posteriormente, conforme relatado pelo tenente De Souza em entrevista ao Passando a Régua, Wesley mudou sua versão e negou conhecimento sobre os fatos.
A investigação deverá esclarecer as circunstâncias dessas declarações e a eventual participação do suspeito na morte da vítima.

Celular da professora foi recuperado em endereço indicado pelo suspeito
Um dos principais elementos apresentados pela Polícia Civil para justificar a prisão foi a recuperação do aparelho celular de Adnéia.
Segundo apurado, Wesley teria informado que vendeu o telefone a uma pessoa que residia na própria Rua Olímpio Coelho Tupiná, nas proximidades do CSU.
Os policiais foram até o endereço indicado e conversaram com uma moradora.
Ela relatou que seu companheiro havia adquirido um telefone celular naquela manhã e apresentou o aparelho aos militares.
Após consulta ao número de identificação do equipamento, conhecido como IMEI, os policiais confirmaram que se tratava de um Samsung Galaxy A03 pertencente à professora Adnéia Cota Peres.
A recuperação do telefone no endereço indicado pelo suspeito foi considerada pela autoridade policial um elemento relevante para a investigação.
Na decisão que fundamentou a prisão em flagrante, o delegado destacou que a localização do aparelho reforça os indícios reunidos durante as diligências.
Não há, nas informações apresentadas, confirmação de que a pessoa que adquiriu o celular soubesse de sua origem criminosa.
Botina apreendida apresenta correspondência com marcas encontradas na residência
Outra informação importante revelada é a apreensão de uma botina pertencente a Wesley.
Segundo o documento, o solado do calçado apresenta correspondência com marcas fotografadas no local do crime.
O objeto foi recolhido e incluído entre os materiais apreendidos durante a investigação.
A comparação poderá contribuir para esclarecer se o suspeito esteve na residência da professora e em quais circunstâncias.
Também foram apreendidos um par de tênis branco e uma mochila infantil contendo um cigarro eletrônico e um boné, materiais relacionados, segundo o boletim, a outro indivíduo mencionado na investigação.
Esses objetos deverão ser analisados no contexto das demais provas reunidas.
Objetos levados da casa da professora
Entre os pertences apontados como subtraídos da residência de Adnéia estão uma bolsa de uso diário, que continha carteira, documentos pessoais e um cartão bancário do Banco do Brasil; um anel de ouro; e o aparelho celular Samsung Galaxy A03, posteriormente recuperado.
A polícia também apreendeu um cartão da Caixa Econômica Federal, acompanhado de uma anotação bancária.
Além desses objetos, foram recolhidos alimentos que podem ter sido retirados da residência da vítima.
O registro relaciona um pote de ameixas em conserva, uma bandeja de mortadela, um pacote de macarrão tipo espaguete e um pacote de queijo ralado.
Os produtos foram apreendidos durante as diligências e poderão contribuir para esclarecer o caminho percorrido pelos suspeitos após o crime.
Delegado fundamentou prisão em quatro elementos principais
Na decisão que formalizou a prisão em flagrante, a autoridade policial apontou quatro elementos considerados relevantes para vincular Wesley, em tese, ao latrocínio.
O primeiro foi o depoimento da testemunha que afirmou ter visto três homens chegando à sua residência com objetos possivelmente retirados da casa da professora.
O segundo foi a tentativa de fuga de Wesley ao perceber a aproximação da Força Tática.
O terceiro elemento foi a declaração inicial atribuída ao suspeito, na qual ele teria admitido participação no crime.
Por último, o delegado destacou a recuperação do celular da vítima no endereço indicado pelo próprio investigado, com confirmação da propriedade do aparelho por meio do IMEI.
Com base no conjunto dessas informações, a autoridade policial formalizou a prisão em flagrante de Wesley pela prática, em tese, de latrocínio consumado.
O suspeito foi informado de seus direitos constitucionais e permaneceu à disposição da Justiça.
O documento também informa que ele declarou não possuir advogado constituído, devendo ser assegurada a assistência jurídica prevista na legislação.
A prisão em flagrante não representa condenação. A responsabilidade criminal do investigado dependerá do andamento das investigações e da análise da Justiça.
Outros dois suspeitos são investigados
A Polícia Civil também busca esclarecer a participação de outros dois homens mencionados no depoimento da testemunha.
Eles foram identificados inicialmente pelos apelidos de “Paraná” e “Beto”.
Conforme o registro, os três suspeitos teriam passado juntos pela residência da testemunha após o crime, levando uma mala e outros pertences.
A polícia ainda deverá esclarecer a participação individual de cada investigado, como ocorreu a entrada na residência e o que aconteceu durante a madrugada.
Até as informações mais recentes fornecidas à reportagem, não havia confirmação da prisão dos outros dois suspeitos.
Câmeras teriam registrado três homens deixando a casa durante a madrugada
Conforme o Passando a Régua já havia noticiado, uma sobrinha da professora informou que imagens de câmeras de segurança teriam registrado três homens deixando a residência por volta das 4h40 da madrugada de quinta-feira (8).
A informação poderá ajudar a estabelecer a sequência dos acontecimentos.
Adnéia havia sido vista na noite de quarta-feira (7), quando conversou com o sapateiro Luiz, amigo da vítima e proprietário de um estabelecimento próximo.
Na manhã seguinte, o comerciante estranhou que ela não tivesse aparecido para cumprimentá-lo, como fazia habitualmente.
Após tentar chamá-la diversas vezes, sem resposta, Luiz acionou a Polícia Militar.
Por volta das 14h, os policiais entraram na residência e encontraram a professora caída no chão da cozinha, já sem vida.
A casa estava completamente revirada, com armários e gavetas abertos e objetos espalhados.
O delegado João Beffa, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), explicou anteriormente que os sinais encontrados no imóvel apontavam para uma ação de roubo.
A causa exata da morte ainda depende do resultado do exame necroscópico.
Suspeito deverá passar por audiência de custódia
Com a formalização da prisão em flagrante, Wesley de Almeida Alves deverá ser apresentado à Justiça para audiência de custódia.
Nessa etapa, o Judiciário analisará a legalidade da prisão e decidirá se o investigado continuará preso preventivamente ou se será aplicada outra medida prevista em lei.
A Polícia Civil seguirá reunindo depoimentos, imagens de câmeras de segurança, documentos e resultados dos exames periciais para esclarecer o crime.
A investigação também deverá estabelecer a relação entre os objetos apreendidos e a residência da professora, além de verificar a participação dos demais suspeitos.
Velório de Adnéia começa nesta sexta-feira; sepultamento será sábado
A professora aposentada Adnéia Cota Peres, de 78 anos, será velada a partir das 16h desta sexta-feira (9), no Velório São Benedito, localizado na Rua Gaspar Ricardo, nº 1190, em frente ao Cemitério Municipal de Ourinhos.
O sepultamento está marcado para sábado (10), às 9h, no Cemitério Municipal de Ourinhos.
A morte da professora provocou tristeza e comoção entre familiares, amigos e moradores da Vila Nova Christoni, onde ela era conhecida e mantinha contato frequente com os vizinhos.
O Passando a Régua continuará acompanhando as investigações, a audiência de custódia e as buscas pelos demais suspeitos.
O Passando a Régua manifesta seus sinceros sentimentos aos familiares e amigos de Adnéia Cota Peres neste momento de dor e despedida.
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