A Câmara Municipal de Ourinhos realizou, na manhã desta quarta-feira (1º), a 1ª Sessão Extraordinária de 2026, que teve duração de 52 minutos e resultou na aprovação do projeto de valorização salarial das cozinheiras da Prefeitura. Todos os vereadores presentes votaram favoravelmente à proposta.
Na Ordem do Dia, foi analisado o Projeto de Lei Complementar nº 09/2026, que altera a Lei Complementar nº 475/2006, responsável pelo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos do município de Ourinhos.
O principal ponto da matéria é o reenquadramento do cargo de cozinheira(o), que deixa o nível III e passa para o nível NMS1, promovendo aumento salarial e reconhecimento da função. A medida busca corrigir distorções na estrutura remuneratória e valorizar profissionais que atuam diretamente em áreas essenciais, como educação, saúde e assistência social.
Segundo a justificativa encaminhada ao Legislativo, o projeto tem como objetivo alinhar o cargo às suas atribuições reais, além de estimular a motivação dos servidores e contribuir para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população.
A proposta foi enviada após reunião do prefeito Guilherme Gonçalves com as cozinheiras da rede municipal, realizada na última sexta-feira (27). Na ocasião, o chefe do Executivo anunciou reajuste superior a 20% para a categoria.
Com a aprovação, o salário inicial das cozinheiras passará de R$ 1.818 para R$ 2.193, podendo atingir R$ 2.303 com o reajuste geral de 5% previsto aos servidores, totalizando um ganho de até 26,6%.
As despesas decorrentes da medida serão custeadas por dotações próprias do orçamento vigente, conforme prevê a legislação fiscal.
Na Ordem do Dia, foi analisado o Projeto de Lei Complementar nº 09/2026, que altera a Lei Complementar nº 475/2006, responsável pelo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos do município de Ourinhos.
O principal ponto da matéria é o reenquadramento do cargo de cozinheira(o), que deixa o nível III e passa para o nível NMS1, promovendo aumento salarial e reconhecimento da função. A medida busca corrigir distorções na estrutura remuneratória e valorizar profissionais que atuam diretamente em áreas essenciais, como educação, saúde e assistência social.
Segundo a justificativa encaminhada ao Legislativo, o projeto tem como objetivo alinhar o cargo às suas atribuições reais, além de estimular a motivação dos servidores e contribuir para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população.
A proposta foi enviada após reunião do prefeito Guilherme Gonçalves com as cozinheiras da rede municipal, realizada na última sexta-feira (27). Na ocasião, o chefe do Executivo anunciou reajuste superior a 20% para a categoria.
Com a aprovação, o salário inicial das cozinheiras passará de R$ 1.818 para R$ 2.193, podendo atingir R$ 2.303 com o reajuste geral de 5% previsto aos servidores, totalizando um ganho de até 26,6%.
As despesas decorrentes da medida serão custeadas por dotações próprias do orçamento vigente, conforme prevê a legislação fiscal.
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