O menino de sete anos que sobreviveu ao grave acidente ocorrido na Rodovia Engenheiro Thomaz Magalhães (SP-287), entre Piraju e Sarutaiá (SP), recebeu alta médica na última terça-feira (13) do Hospital das Clínicas de Botucatu. A informação foi confirmada nesta quinta-feira, 15.
A criança teve fraturas nas pernas, mas sobreviveu graças ao uso da cadeirinha veicular, equipamento de segurança obrigatório para menores de 10 anos, que reduz significativamente o risco de lesões graves ou fatais em acidentes de trânsito.
O acidente, registrado no quilômetro 22 da rodovia, aconteceu no último fim de semana e provocou a morte de quatro pessoas, incluindo os pais da criança. O casal foi sepultado no domingo (11) no Cemitério Municipal de Fartura, cidade onde a família residia. As outras duas vítimas, jovens que também estavam no veículo, foram enterradas em Sarutaiá.
Um dos carros envolvidos ficou completamente destruído após a colisão. A Polícia Civil investiga o caso, que foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor e lesão corporal culposa — ou seja, sem intenção de matar.
A recuperação do menino traz um alívio em meio à tragédia que abalou as duas cidades. O caso também reforça a importância do uso correto dos dispositivos de segurança infantil no trânsito.
A criança teve fraturas nas pernas, mas sobreviveu graças ao uso da cadeirinha veicular, equipamento de segurança obrigatório para menores de 10 anos, que reduz significativamente o risco de lesões graves ou fatais em acidentes de trânsito.
O acidente, registrado no quilômetro 22 da rodovia, aconteceu no último fim de semana e provocou a morte de quatro pessoas, incluindo os pais da criança. O casal foi sepultado no domingo (11) no Cemitério Municipal de Fartura, cidade onde a família residia. As outras duas vítimas, jovens que também estavam no veículo, foram enterradas em Sarutaiá.
Um dos carros envolvidos ficou completamente destruído após a colisão. A Polícia Civil investiga o caso, que foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor e lesão corporal culposa — ou seja, sem intenção de matar.
A recuperação do menino traz um alívio em meio à tragédia que abalou as duas cidades. O caso também reforça a importância do uso correto dos dispositivos de segurança infantil no trânsito.
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