Dois homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos e roubos de joias em shopping centers de diversos estados do país foram presos em flagrante na noite desta sexta-feira, 26, durante uma ação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ourinhos. Os detidos são Kleyton S. dos S., de 32 anos, e Geovani F. de M., de 26 anos.
A prisão foi resultado de uma ação integrada entre as Polícias Civis de São Paulo e do Paraná. De acordo com o delegado da DIG de Ourinhos, João Beffa, a equipe recebeu informações do DEIC de São José do Rio Preto de que dois suspeitos de furtarem uma joalheria localizada no Shopping Catuaí, em Maringá (PR), durante a madrugada entre os dias 25 e 26, estavam viajando em um ônibus que saiu de Presidente Prudente com destino à capital paulista.
Inicialmente, os investigadores aguardaram a chegada do coletivo na Rodoviária de Ourinhos, porém o ônibus não entrou na cidade. Com a informação de que o veículo poderia realizar uma parada no Posto Paloma, na SP-225, em Santa Cruz do Rio Pardo, os policiais seguiram até o local e localizaram o ônibus da empresa Andorinha.
Durante a abordagem, os agentes identificaram dois passageiros que correspondiam às características repassadas pela polícia paranaense. Um deles apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação em nome de Matheus Felipe de Paula, mas acabou confessando que utilizava documento falso e revelou sua verdadeira identidade: Kleyton Soares dos Santos. Em consulta aos sistemas policiais, foi constatado que ele possuía um mandado de prisão em aberto por furto qualificado, decorrente de investigação conduzida pelo DEIC de São José do Rio Preto. Já Geovani Ferreira de Melo também possuía um mandado de prisão civil expedido pela Comarca de Sobradinho.
A prisão foi resultado de uma ação integrada entre as Polícias Civis de São Paulo e do Paraná. De acordo com o delegado da DIG de Ourinhos, João Beffa, a equipe recebeu informações do DEIC de São José do Rio Preto de que dois suspeitos de furtarem uma joalheria localizada no Shopping Catuaí, em Maringá (PR), durante a madrugada entre os dias 25 e 26, estavam viajando em um ônibus que saiu de Presidente Prudente com destino à capital paulista.
Inicialmente, os investigadores aguardaram a chegada do coletivo na Rodoviária de Ourinhos, porém o ônibus não entrou na cidade. Com a informação de que o veículo poderia realizar uma parada no Posto Paloma, na SP-225, em Santa Cruz do Rio Pardo, os policiais seguiram até o local e localizaram o ônibus da empresa Andorinha.
Durante a abordagem, os agentes identificaram dois passageiros que correspondiam às características repassadas pela polícia paranaense. Um deles apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação em nome de Matheus Felipe de Paula, mas acabou confessando que utilizava documento falso e revelou sua verdadeira identidade: Kleyton Soares dos Santos. Em consulta aos sistemas policiais, foi constatado que ele possuía um mandado de prisão em aberto por furto qualificado, decorrente de investigação conduzida pelo DEIC de São José do Rio Preto. Já Geovani Ferreira de Melo também possuía um mandado de prisão civil expedido pela Comarca de Sobradinho.

Durante a vistoria nas bagagens, os policiais encontraram diversos objetos identificados como produtos furtados da joalheria em Maringá. Entre os itens apreendidos estavam relógios de alto valor, anéis, brincos, correntes, pulseiras e óculos de marcas de luxo como Miu Miu, Christian Dior, Fendi e Versace. Também foram apreendidos celulares, dinheiro, ferramentas que, segundo a investigação, poderiam ter sido utilizadas na prática do crime, como chave de fenda, alicate, serra, pinça, corda de nylon e um decodificador de controle remoto, além do documento falso apresentado por Kleyton.

Segundo o registro policial, o notebook levado durante o furto não foi localizado com os suspeitos. Com Geovani, ainda foi encontrada uma cópia de boletim de ocorrência de perda de documento em nome de "Heber Lucas Maffi", o mesmo nome utilizado na passagem de ônibus apreendida.
Os dois suspeitos permaneceram em silêncio durante os interrogatórios. Foi necessário o uso de algemas, conforme registrado pela autoridade policial, em razão do fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos e dos policiais. Ambos foram submetidos a exame de corpo de delito e permaneceram presos à disposição da Justiça para audiência de custódia.
A autoridade policial decretou a prisão em flagrante de Kleyton Soares dos Santos e Geovani Ferreira de Melo pelo crime de furto qualificado, praticado em concurso de pessoas, mediante arrombamento e durante o repouso noturno. Kleyton também foi autuado pelo crime de uso de documento falso. No despacho, a Polícia Civil representou pela conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas, destacando a gravidade da ação criminosa, a fuga interestadual logo após o crime, a existência de mandado de prisão em aberto e a tentativa de ocultação da verdadeira identidade de um dos investigados.

Segundo o registro policial, o notebook levado durante o furto não foi localizado com os suspeitos. Com Geovani, ainda foi encontrada uma cópia de boletim de ocorrência de perda de documento em nome de "Heber Lucas Maffi", o mesmo nome utilizado na passagem de ônibus apreendida.
Os dois suspeitos permaneceram em silêncio durante os interrogatórios. Foi necessário o uso de algemas, conforme registrado pela autoridade policial, em razão do fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos e dos policiais. Ambos foram submetidos a exame de corpo de delito e permaneceram presos à disposição da Justiça para audiência de custódia.
A autoridade policial decretou a prisão em flagrante de Kleyton Soares dos Santos e Geovani Ferreira de Melo pelo crime de furto qualificado, praticado em concurso de pessoas, mediante arrombamento e durante o repouso noturno. Kleyton também foi autuado pelo crime de uso de documento falso. No despacho, a Polícia Civil representou pela conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas, destacando a gravidade da ação criminosa, a fuga interestadual logo após o crime, a existência de mandado de prisão em aberto e a tentativa de ocultação da verdadeira identidade de um dos investigados.
Durante a entrevista, o delegado João Beffa também foi questionado sobre as investigações do latrocínio que vitimou o senhor Pedro Gimenez Neto, em Canitar. Ele afirmou que o caso continua sendo investigado e destacou que se trata de uma ocorrência complexa, mas garantiu que a equipe da DIG segue trabalhando intensamente para esclarecer o crime.
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