Foi confirmado nesta terça-feira (29) o reconhecimento do corpo de Joacir Pedroti Capellatto, de 58 anos, desaparecido desde o último dia 21 de julho, em Ourinhos (SP). A irmã dele, Sônia Regina Capellatto, viajou até o Rio de Janeiro acompanhada do marido e de um cunhado, onde realizou o reconhecimento no Instituto Médico Legal (IML) da capital fluminense.
Agora, a família enfrenta uma nova dificuldade: a necessidade de recursos para realizar o translado do corpo até Ourinhos. Apesar da mobilização com o Serviço Social da Prefeitura e da parceria com a Funerária Ourinhos, ainda faltam cerca de R$ 2 mil para cobrir os custos. Por isso, Sônia está fazendo um apelo público por solidariedade e divulgou uma chave Pix para doações: 14991869688 (telefone de Sônia).
Agora, a família enfrenta uma nova dificuldade: a necessidade de recursos para realizar o translado do corpo até Ourinhos. Apesar da mobilização com o Serviço Social da Prefeitura e da parceria com a Funerária Ourinhos, ainda faltam cerca de R$ 2 mil para cobrir os custos. Por isso, Sônia está fazendo um apelo público por solidariedade e divulgou uma chave Pix para doações: 14991869688 (telefone de Sônia).
“Queremos trazer o corpo o quanto antes, para que ele possa descansar perto da família”, disse Sônia, emocionada.
O caso
Joacir, que trabalhava como vigilante e era conhecido pelo comportamento reservado e tranquilo, desapareceu no dia 21 de julho após deixar sua residência no Jardim Itamaraty, em Ourinhos. Ele saiu levando apenas uma pequena bolsa com roupas e cerca de R$ 900 em dinheiro. No quarto, deixou um bilhete com a mensagem: "Saí à procura de emprego em outras cidades, não esperem por mim."
No dia seguinte, ainda respondeu brevemente mensagens pelo WhatsApp dizendo que estava tudo bem, mas desde então não manteve mais contato.
A família foi informada no último domingo (27) por um homem que se apresentou como policial do Rio de Janeiro, relatando que um corpo com as características de Joacir e o veículo dele — um Ford Escort com placas de Ourinhos — havia sido encontrado na região do bairro Maracanã, na capital carioca.
Apesar do impacto, os detalhes fornecidos pelo suposto investigador eram precisos e compatíveis com informações pessoais, o que levou os familiares a acreditar na veracidade da notícia. A confirmação veio nesta terça, com o reconhecimento oficial no IML.
Histórico e como ajudar
Joacir havia perdido a mãe há menos de um mês, em 30 de junho, e familiares relataram que ele já havia mencionado anteriormente que “iria embora” após a morte dela. Segundo a irmã, ele estava aparentemente morando dentro do próprio carro, sem indicar qualquer envolvimento com crimes ou apresentar problemas de saúde mental.
Agora, a família precisa concluir o processo de translado e sepultamento. Quem puder colaborar, pode fazer uma doação via Pix utilizando a chave 14991869688 (Sônia Regina Capellatto).
A Polícia Civil de Ourinhos acompanha o caso e aguarda os laudos oficiais do IML do Rio de Janeiro para dar sequência às investigações e à liberação formal do corpo.
Joacir, que trabalhava como vigilante e era conhecido pelo comportamento reservado e tranquilo, desapareceu no dia 21 de julho após deixar sua residência no Jardim Itamaraty, em Ourinhos. Ele saiu levando apenas uma pequena bolsa com roupas e cerca de R$ 900 em dinheiro. No quarto, deixou um bilhete com a mensagem: "Saí à procura de emprego em outras cidades, não esperem por mim."
No dia seguinte, ainda respondeu brevemente mensagens pelo WhatsApp dizendo que estava tudo bem, mas desde então não manteve mais contato.
A família foi informada no último domingo (27) por um homem que se apresentou como policial do Rio de Janeiro, relatando que um corpo com as características de Joacir e o veículo dele — um Ford Escort com placas de Ourinhos — havia sido encontrado na região do bairro Maracanã, na capital carioca.
Apesar do impacto, os detalhes fornecidos pelo suposto investigador eram precisos e compatíveis com informações pessoais, o que levou os familiares a acreditar na veracidade da notícia. A confirmação veio nesta terça, com o reconhecimento oficial no IML.
Histórico e como ajudar
Joacir havia perdido a mãe há menos de um mês, em 30 de junho, e familiares relataram que ele já havia mencionado anteriormente que “iria embora” após a morte dela. Segundo a irmã, ele estava aparentemente morando dentro do próprio carro, sem indicar qualquer envolvimento com crimes ou apresentar problemas de saúde mental.
Agora, a família precisa concluir o processo de translado e sepultamento. Quem puder colaborar, pode fazer uma doação via Pix utilizando a chave 14991869688 (Sônia Regina Capellatto).
A Polícia Civil de Ourinhos acompanha o caso e aguarda os laudos oficiais do IML do Rio de Janeiro para dar sequência às investigações e à liberação formal do corpo.




