A Polícia Civil de Ourinhos investiga uma tentativa de homicídio registrada na madrugada da última quinta-feira, 4, feriado de Corpus Christi, em São Pedro do Turvo. O caso ocorreu na Rua Coronel Manoel Marquês, na Vila Bom Jesus, e teve como vítima um homem de 34 anos. Uma mulher da mesma idade é apontada como suspeita de envolvimento no crime.
De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas via Copom, no começo da madrugada, após a informação de que um homem estaria cambaleando pela rua. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram profissionais do Samu prestando atendimento à vítima.
Condenado foi preso em São Pedro do Turvo - clique aqui
Ainda consciente naquele momento, o homem se identificou como William e informou aos policiais que seus documentos estavam em seu bolso. Segundo o relato registrado, ele também apontou uma mulher conhecida como “Sula”, identificada como companheira de um homem chamado Edinho, como autora da agressão.
Com base nas informações fornecidas pela vítima, os policiais militares se dirigiram até a residência da suspeita e a conduziram ao Plantão Policial para prestar esclarecimentos.
Enquanto isso, uma equipe da Polícia Civil foi até a Santa Casa de Ourinhos para tentar ouvir a versão da vítima. No entanto, os investigadores foram informados pela equipe médica de que seria necessário aguardar uma avaliação do estado de saúde do paciente. Posteriormente, os médicos comunicaram que William havia chegado consciente à unidade hospitalar, mas que seu quadro clínico se agravou, levando-o à perda de consciência. Diante da situação, ele precisou ser encaminhado para cirurgia, impossibilitando qualquer contato com os policiais.
Durante as diligências, os investigadores também ouviram uma testemunha identificada como Carlos, que afirmou morar com a vítima. Segundo seu depoimento, ele retornava para casa quando avistou um homem caído no chão. Ao se aproximar, percebeu que se tratava de William e acionou imediatamente a Polícia Militar por meio do telefone 190.
A Polícia Civil requisitou exame de corpo de delito para apurar a extensão dos ferimentos sofridos pela vítima e auxiliar na investigação.
Apesar da condução da mulher apontada pela vítima como autora do ataque, a autoridade policial entendeu que, naquele momento, não havia elementos suficientes para comprovar a autoria do crime de forma imediata. Por esse motivo, não foi lavrado auto de prisão em flagrante.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá aguardar a recuperação da vítima, os resultados dos exames periciais e a coleta de novos depoimentos para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e definir eventuais responsabilidades.
De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas via Copom, no começo da madrugada, após a informação de que um homem estaria cambaleando pela rua. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram profissionais do Samu prestando atendimento à vítima.
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Ainda consciente naquele momento, o homem se identificou como William e informou aos policiais que seus documentos estavam em seu bolso. Segundo o relato registrado, ele também apontou uma mulher conhecida como “Sula”, identificada como companheira de um homem chamado Edinho, como autora da agressão.
Com base nas informações fornecidas pela vítima, os policiais militares se dirigiram até a residência da suspeita e a conduziram ao Plantão Policial para prestar esclarecimentos.
Enquanto isso, uma equipe da Polícia Civil foi até a Santa Casa de Ourinhos para tentar ouvir a versão da vítima. No entanto, os investigadores foram informados pela equipe médica de que seria necessário aguardar uma avaliação do estado de saúde do paciente. Posteriormente, os médicos comunicaram que William havia chegado consciente à unidade hospitalar, mas que seu quadro clínico se agravou, levando-o à perda de consciência. Diante da situação, ele precisou ser encaminhado para cirurgia, impossibilitando qualquer contato com os policiais.
Durante as diligências, os investigadores também ouviram uma testemunha identificada como Carlos, que afirmou morar com a vítima. Segundo seu depoimento, ele retornava para casa quando avistou um homem caído no chão. Ao se aproximar, percebeu que se tratava de William e acionou imediatamente a Polícia Militar por meio do telefone 190.
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Apesar da condução da mulher apontada pela vítima como autora do ataque, a autoridade policial entendeu que, naquele momento, não havia elementos suficientes para comprovar a autoria do crime de forma imediata. Por esse motivo, não foi lavrado auto de prisão em flagrante.
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