A Justiça concedeu liberdade provisória, com imposição de medidas cautelares, ao homem de 27 anos Aldair de M. J., preso após uma sequência de crimes nas cidades de Chavantes, Ipaussu e Ourinhos. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (9). No mesmo despacho, o juiz também determinou o envio de ofício à Corregedoria da Guarda Civil Municipal (GCM) para apuração de eventual excesso ou abuso por parte dos agentes durante a prisão, diante de notícia de agressão corroborada por laudo médico anexado ao processo.
Na decisão, o magistrado afirmou que, com base no artigo 310, inciso III, do Código de Processo Penal, não estavam presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva. Por isso, concedeu a liberdade provisória mediante medidas cautelares, ressaltando que o descumprimento das condições impostas poderá resultar na decretação de nova prisão. O alvará de soltura foi expedido imediatamente, com comunicação aos órgãos competentes e ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD). O processo seguirá em tramitação e aguarda a conclusão do relatório final para novas deliberações.

O caso ganhou repercussão após Aldair protagonizar uma sequência de ocorrências em um curto intervalo de tempo. Ele já havia sido detido na noite de domingo (8), em Ipaussu, após abordagem da Polícia Militar em um posto de combustíveis na Avenida Emília Rodrigues de Moraes Leite, no bairro Cocajar 2. Na ocasião, os policiais encontraram com ele um simulacro de arma de fogo, um jogo de chave mixa — instrumento frequentemente utilizado em furtos de veículos — e uma máscara. O suspeito foi conduzido ao plantão policial, ouvido e liberado após prestar esclarecimentos.
Poucas horas depois, já na madrugada de segunda-feira (9), Aldair seguiu até a Drogaria São Paulo, localizada no Posto Brigadeiro, na Avenida Luiz Saldanha Rodrigues, em Ourinhos, mesma via onde também funciona a Central de Polícia Judiciária (CPJ). Segundo o boletim de ocorrência, ele entrou no estabelecimento solicitando medicamentos e um adesivo analgésico, mas, durante o atendimento, ultrapassou o balcão e, de forma intimidatória, anunciou o roubo, exigindo todo o dinheiro disponível.
A funcionária entregou os valores existentes no caixa, totalizando R$ 343. O suspeito ainda exigiu mais dinheiro, mas, ao ser informado de que não havia outros valores, fugiu do local.
Logo após o crime, a vítima encontrou o guarda civil municipal Mamude, que estava de folga e passava pela região. Informado sobre o ocorrido e com as características do autor, o agente iniciou buscas e acionou outras equipes da GCM. Aldair foi localizado pouco tempo depois na Praça da Marvi, na área central da cidade.
Durante a abordagem, segundo o registro policial, ele resistiu à prisão, sendo necessário o uso de força moderada para contê-lo. Em revista pessoal, os guardas encontraram os R$ 343 roubados da farmácia. O suspeito foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica e, posteriormente, levado ao Plantão Policial, onde teve a prisão em flagrante ratificada pelo crime de roubo. O dinheiro foi apreendido e devolvido à representante do estabelecimento.
Aldair permaneceu detido na Central de Polícia Judiciária aguardando audiência de custódia, ocasião em que a Justiça decidiu pela concessão da liberdade provisória. Paralelamente, a Corregedoria da Guarda Civil Municipal deverá apurar a conduta dos agentes envolvidos na ocorrência, conforme determinado pelo magistrado.
Na decisão, o magistrado afirmou que, com base no artigo 310, inciso III, do Código de Processo Penal, não estavam presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva. Por isso, concedeu a liberdade provisória mediante medidas cautelares, ressaltando que o descumprimento das condições impostas poderá resultar na decretação de nova prisão. O alvará de soltura foi expedido imediatamente, com comunicação aos órgãos competentes e ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD). O processo seguirá em tramitação e aguarda a conclusão do relatório final para novas deliberações.

O caso ganhou repercussão após Aldair protagonizar uma sequência de ocorrências em um curto intervalo de tempo. Ele já havia sido detido na noite de domingo (8), em Ipaussu, após abordagem da Polícia Militar em um posto de combustíveis na Avenida Emília Rodrigues de Moraes Leite, no bairro Cocajar 2. Na ocasião, os policiais encontraram com ele um simulacro de arma de fogo, um jogo de chave mixa — instrumento frequentemente utilizado em furtos de veículos — e uma máscara. O suspeito foi conduzido ao plantão policial, ouvido e liberado após prestar esclarecimentos.
Poucas horas depois, já na madrugada de segunda-feira (9), Aldair seguiu até a Drogaria São Paulo, localizada no Posto Brigadeiro, na Avenida Luiz Saldanha Rodrigues, em Ourinhos, mesma via onde também funciona a Central de Polícia Judiciária (CPJ). Segundo o boletim de ocorrência, ele entrou no estabelecimento solicitando medicamentos e um adesivo analgésico, mas, durante o atendimento, ultrapassou o balcão e, de forma intimidatória, anunciou o roubo, exigindo todo o dinheiro disponível.
A funcionária entregou os valores existentes no caixa, totalizando R$ 343. O suspeito ainda exigiu mais dinheiro, mas, ao ser informado de que não havia outros valores, fugiu do local.
Logo após o crime, a vítima encontrou o guarda civil municipal Mamude, que estava de folga e passava pela região. Informado sobre o ocorrido e com as características do autor, o agente iniciou buscas e acionou outras equipes da GCM. Aldair foi localizado pouco tempo depois na Praça da Marvi, na área central da cidade.
Durante a abordagem, segundo o registro policial, ele resistiu à prisão, sendo necessário o uso de força moderada para contê-lo. Em revista pessoal, os guardas encontraram os R$ 343 roubados da farmácia. O suspeito foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica e, posteriormente, levado ao Plantão Policial, onde teve a prisão em flagrante ratificada pelo crime de roubo. O dinheiro foi apreendido e devolvido à representante do estabelecimento.
Aldair permaneceu detido na Central de Polícia Judiciária aguardando audiência de custódia, ocasião em que a Justiça decidiu pela concessão da liberdade provisória. Paralelamente, a Corregedoria da Guarda Civil Municipal deverá apurar a conduta dos agentes envolvidos na ocorrência, conforme determinado pelo magistrado.




