A mãe das duas crianças encontradas mortas dentro de um carro na manhã desta quarta-feira (4 de novembro), no Norte Pioneiro do Paraná, foi localizada e presa pela Polícia Militar durante a tarde, em Itambaracá (PR).
A mulher, identificada em informações divulgadas sobre o caso como Franciele Gawleta, é suspeita de envolvimento nas mortes dos próprios filhos, um menino de 5 anos e uma menina de apenas 1 ano de idade.
As crianças foram encontradas sem vida dentro de um Hyundai HB20 vermelho, nas proximidades da ponte sobre o Rio das Cinzas, na rodovia PR-436, entre os municípios de Bandeirantes e Itambaracá.
A prisão representa uma importante atualização do caso, que mobilizou equipes policiais, bombeiros e profissionais da perícia ao longo do dia.

Corpos estavam em carro abandonado na rodovia — Foto: Cleverson Rodrigues
Mulher foi encontrada horas depois; suspeita de suicídio é descartada
Inicialmente, a Polícia Civil trabalhava com a hipótese de que a mãe das crianças pudesse ter se jogado da ponte sobre o Rio das Cinzas após as mortes.
A suspeita surgiu depois que investigadores receberam informações sobre mensagens de áudio que teriam sido enviadas pela mulher a familiares, nas quais ela supostamente manifestava a intenção de tirar a própria vida.
Diante dessas informações, equipes do Corpo de Bombeiros iniciaram buscas nas margens do rio.
Entretanto, a mulher foi localizada com vida horas depois, por populares que acionaram a Polícia Militar.
Ela acabou sendo presa em Itambaracá e deverá permanecer à disposição da Justiça.
Com a localização da suspeita, foi descartada a informação inicial de que ela teria morrido ao saltar da ponte.
Polícia investiga possível disputa pela guarda das crianças
De acordo com o delegado Denner Roque, da Polícia Civil do Paraná, os pais das crianças estavam separados e enfrentavam uma disputa judicial relacionada à guarda dos filhos.
A mãe residia em Arapongas (PR), enquanto o pai mora em Itambaracá, no Norte Pioneiro.
Informações preliminares levantaram a possibilidade de que conflitos familiares relacionados à separação tenham contribuído para o crime.
No entanto, a Polícia Civil ressalta que ainda não existe confirmação oficial sobre a motivação das mortes.
Os investigadores deverão analisar as mensagens atribuídas à suspeita, ouvir familiares e reunir outros elementos para esclarecer o que aconteceu.
Causa das mortes ainda será esclarecida pela perícia
As circunstâncias em que as duas crianças morreram continuam sendo investigadas.
Em entrevista concedida anteriormente à Rádio Yara FM, o delegado Denner informou que os primeiros levantamentos não haviam identificado lesões externas aparentes nos corpos.
Posteriormente, a Polícia Civil divulgou informações sobre a existência de sinais de violência, sem detalhar a natureza dessas evidências.
Uma das hipóteses levantadas é a possibilidade de intoxicação por medicamentos ou outra substância. Entretanto, não há confirmação de que essa tenha sido a causa das mortes.
Os corpos foram encaminhados à Polícia Científica do Paraná, responsável pelos exames que deverão determinar as causas dos óbitos.
Entenda o caso
A tragédia começou a ser investigada na manhã desta quarta-feira, depois que um automóvel Hyundai HB20 vermelho foi encontrado nas proximidades da ponte sobre o Rio das Cinzas.
Segundo as primeiras informações divulgadas, um familiar teria localizado o veículo com as duas crianças já sem vida.
O caso provocou grande mobilização das forças de segurança, principalmente porque a mãe não havia sido encontrada naquele momento.
Durante a manhã, o delegado confirmou que o menino tinha 5 anos e a menina aproximadamente 1 ano, corrigindo informações iniciais que apontavam uma idade maior para o garoto.
A principal linha de investigação passou a considerar a possibilidade de participação da mãe nas mortes.
Com a prisão realizada durante a tarde, a Polícia Civil deverá aprofundar a apuração para esclarecer a sequência dos acontecimentos e a eventual responsabilidade da suspeita.
A prisão não representa uma condenação, e a autoria, a causa das mortes e a motivação ainda dependem da conclusão das investigações.
O caso causou forte comoção em toda a região do Norte Pioneiro do Paraná.
O Passando a Régua acompanha os desdobramentos da ocorrência e divulgará novas informações conforme forem confirmadas pelas autoridades.
Fontes: Polícia Civil do Paraná, Rádio Yara FM e informações divulgadas pelo g1.
A mulher, identificada em informações divulgadas sobre o caso como Franciele Gawleta, é suspeita de envolvimento nas mortes dos próprios filhos, um menino de 5 anos e uma menina de apenas 1 ano de idade.
As crianças foram encontradas sem vida dentro de um Hyundai HB20 vermelho, nas proximidades da ponte sobre o Rio das Cinzas, na rodovia PR-436, entre os municípios de Bandeirantes e Itambaracá.
A prisão representa uma importante atualização do caso, que mobilizou equipes policiais, bombeiros e profissionais da perícia ao longo do dia.

Corpos estavam em carro abandonado na rodovia — Foto: Cleverson Rodrigues
Mulher foi encontrada horas depois; suspeita de suicídio é descartada
Inicialmente, a Polícia Civil trabalhava com a hipótese de que a mãe das crianças pudesse ter se jogado da ponte sobre o Rio das Cinzas após as mortes.
A suspeita surgiu depois que investigadores receberam informações sobre mensagens de áudio que teriam sido enviadas pela mulher a familiares, nas quais ela supostamente manifestava a intenção de tirar a própria vida.
Diante dessas informações, equipes do Corpo de Bombeiros iniciaram buscas nas margens do rio.
Entretanto, a mulher foi localizada com vida horas depois, por populares que acionaram a Polícia Militar.
Ela acabou sendo presa em Itambaracá e deverá permanecer à disposição da Justiça.
Com a localização da suspeita, foi descartada a informação inicial de que ela teria morrido ao saltar da ponte.
Polícia investiga possível disputa pela guarda das crianças
De acordo com o delegado Denner Roque, da Polícia Civil do Paraná, os pais das crianças estavam separados e enfrentavam uma disputa judicial relacionada à guarda dos filhos.
A mãe residia em Arapongas (PR), enquanto o pai mora em Itambaracá, no Norte Pioneiro.
Informações preliminares levantaram a possibilidade de que conflitos familiares relacionados à separação tenham contribuído para o crime.
No entanto, a Polícia Civil ressalta que ainda não existe confirmação oficial sobre a motivação das mortes.
Os investigadores deverão analisar as mensagens atribuídas à suspeita, ouvir familiares e reunir outros elementos para esclarecer o que aconteceu.
Causa das mortes ainda será esclarecida pela perícia
As circunstâncias em que as duas crianças morreram continuam sendo investigadas.
Em entrevista concedida anteriormente à Rádio Yara FM, o delegado Denner informou que os primeiros levantamentos não haviam identificado lesões externas aparentes nos corpos.
Posteriormente, a Polícia Civil divulgou informações sobre a existência de sinais de violência, sem detalhar a natureza dessas evidências.
Uma das hipóteses levantadas é a possibilidade de intoxicação por medicamentos ou outra substância. Entretanto, não há confirmação de que essa tenha sido a causa das mortes.
Os corpos foram encaminhados à Polícia Científica do Paraná, responsável pelos exames que deverão determinar as causas dos óbitos.
Entenda o caso
A tragédia começou a ser investigada na manhã desta quarta-feira, depois que um automóvel Hyundai HB20 vermelho foi encontrado nas proximidades da ponte sobre o Rio das Cinzas.
Segundo as primeiras informações divulgadas, um familiar teria localizado o veículo com as duas crianças já sem vida.
O caso provocou grande mobilização das forças de segurança, principalmente porque a mãe não havia sido encontrada naquele momento.
Durante a manhã, o delegado confirmou que o menino tinha 5 anos e a menina aproximadamente 1 ano, corrigindo informações iniciais que apontavam uma idade maior para o garoto.
A principal linha de investigação passou a considerar a possibilidade de participação da mãe nas mortes.
Com a prisão realizada durante a tarde, a Polícia Civil deverá aprofundar a apuração para esclarecer a sequência dos acontecimentos e a eventual responsabilidade da suspeita.
A prisão não representa uma condenação, e a autoria, a causa das mortes e a motivação ainda dependem da conclusão das investigações.
O caso causou forte comoção em toda a região do Norte Pioneiro do Paraná.
O Passando a Régua acompanha os desdobramentos da ocorrência e divulgará novas informações conforme forem confirmadas pelas autoridades.
Fontes: Polícia Civil do Paraná, Rádio Yara FM e informações divulgadas pelo g1.
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