O casal suspeito de assassinar e enterrar Rafael Aparecido Gomes de Moura, de 39 anos, conhecido como “Sapão”, nos fundos de uma casa na Vila Melgiz — também chamada de Vila do Sapo —, em Ipaussu (SP), passou por audiência de custódia na última sexta-feira (25). A Justiça concedeu liberdade provisória a Patrícia Aparecida Fadine, de 36 anos, enquanto decretou prisão preventiva para Rafael Augusto Araújo Lopes Felício, de 28 anos.
Ambos foram autuados em flagrante após confessarem o homicídio e a ocultação do corpo da vítima, ocorrido no dia 5 de julho. A prisão foi efetuada no dia 24, após denúncia anônima revelar que havia um corpo enterrado no quintal da residência onde o casal vivia.
Durante a audiência, realizada por videoconferência pela Vara Regional das Garantias da 3ª Região Administrativa Judiciária, a juíza Anna Sylvia Rodrigues e Silva homologou a prisão em flagrante, mas adotou medidas diferentes para os réus.
Segundo os autos, Rafael é reincidente e já cumpria pena no regime aberto, o que levou a Justiça a decretar sua prisão preventiva com base na necessidade de garantir a ordem pública e evitar a reiteração criminosa. Já Patrícia, primária e sem antecedentes criminais, foi beneficiada com liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares, como comparecimento periódico à Justiça, recolhimento domiciliar noturno e proibição de deixar a comarca.
A juíza destacou ainda que, embora o crime seja grave, a manutenção da prisão de Patrícia não se justifica no momento, por não haver indícios de que a ré tentaria atrapalhar o curso das investigações.
O crime
A Polícia Militar chegou ao local após uma denúncia de que havia um corpo enterrado no quintal da casa, na Rua Professor Antônio Martins. Durante as buscas, com autorização dos moradores, um cachorro da residência passou a cavar intensamente em um ponto do terreno. Os policiais identificaram um forte odor e tecidos enterrados, momento em que o casal confessou o crime.
Rafael alegou ter matado “Sapão” ao flagrá-lo tentando estuprar Patrícia. Ambos teriam atacado a vítima com facas. Após o homicídio, limparam o local, ocultaram o corpo em uma geladeira por um dia e depois o enterraram enrolado em um lençol, no fundo da casa. Eles também confessaram o descarte das armas e de um sofá ensanguentado em locais distintos da cidade.
A delegada Maria Cláudia Ananias Freire representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a gravidade do crime, a tentativa de ocultar provas e o risco de fuga.
O casal foi indiciado por ocultação de cadáver (Art. 211 do Código Penal), e as investigações seguem para confirmar ou refutar a versão apresentada de legítima defesa. A Polícia Científica realizou perícia no local, e um inquérito policial está em andamento para esclarecer completamente os fatos.
Ambos foram autuados em flagrante após confessarem o homicídio e a ocultação do corpo da vítima, ocorrido no dia 5 de julho. A prisão foi efetuada no dia 24, após denúncia anônima revelar que havia um corpo enterrado no quintal da residência onde o casal vivia.
Durante a audiência, realizada por videoconferência pela Vara Regional das Garantias da 3ª Região Administrativa Judiciária, a juíza Anna Sylvia Rodrigues e Silva homologou a prisão em flagrante, mas adotou medidas diferentes para os réus.
Segundo os autos, Rafael é reincidente e já cumpria pena no regime aberto, o que levou a Justiça a decretar sua prisão preventiva com base na necessidade de garantir a ordem pública e evitar a reiteração criminosa. Já Patrícia, primária e sem antecedentes criminais, foi beneficiada com liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares, como comparecimento periódico à Justiça, recolhimento domiciliar noturno e proibição de deixar a comarca.
A juíza destacou ainda que, embora o crime seja grave, a manutenção da prisão de Patrícia não se justifica no momento, por não haver indícios de que a ré tentaria atrapalhar o curso das investigações.
O crime
A Polícia Militar chegou ao local após uma denúncia de que havia um corpo enterrado no quintal da casa, na Rua Professor Antônio Martins. Durante as buscas, com autorização dos moradores, um cachorro da residência passou a cavar intensamente em um ponto do terreno. Os policiais identificaram um forte odor e tecidos enterrados, momento em que o casal confessou o crime.
Rafael alegou ter matado “Sapão” ao flagrá-lo tentando estuprar Patrícia. Ambos teriam atacado a vítima com facas. Após o homicídio, limparam o local, ocultaram o corpo em uma geladeira por um dia e depois o enterraram enrolado em um lençol, no fundo da casa. Eles também confessaram o descarte das armas e de um sofá ensanguentado em locais distintos da cidade.
A delegada Maria Cláudia Ananias Freire representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a gravidade do crime, a tentativa de ocultar provas e o risco de fuga.
O casal foi indiciado por ocultação de cadáver (Art. 211 do Código Penal), e as investigações seguem para confirmar ou refutar a versão apresentada de legítima defesa. A Polícia Científica realizou perícia no local, e um inquérito policial está em andamento para esclarecer completamente os fatos.
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