A operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Santa Cruz do Rio Pardo, que já havia resultado na prisão de Breno T. F., de 25 anos, e Alan Vinicius V. da S., de 28 anos, conhecido como "Abelha", ganhou novos desdobramentos na madrugada deste sábado (27). As investigações revelaram uma suposta estrutura criminosa voltada ao tráfico de drogas, com utilização de diversos imóveis para armazenamento, preparo e comercialização de entorpecentes, além da apreensão de objetos de origem criminosa e do envolvimento de um adolescente de 16 anos.
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De acordo com a Polícia Civil, as investigações se estendiam há cerca de um a dois anos e apontavam Alan como um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas em Santa Cruz do Rio Pardo. Segundo os investigadores, ele utilizava diferentes imóveis como depósitos de drogas, locais de preparo e pontos de distribuição, exercendo posição de liderança em uma organização criminosa. As diligências também identificaram denúncias anônimas indicando que Alan comercializava uma maconha considerada de alta qualidade, conhecida na cidade como sendo "do Abelha".

Ainda conforme a investigação, Alan mantinha uma rede estruturada de imóveis utilizados na atividade criminosa, incluindo uma antiga residência próxima à Escola Infantil Peralta, um imóvel localizado nos fundos da Escola Criança Feliz, uma casa em construção com uma adega e um contêiner na Rua Marabá, outro imóvel na Avenida Jesus Gonçalves — apontado como uma "casa bomba" para armazenamento de drogas — além de uma área de lazer e um imóvel no bairro Novo Horizonte, onde equipes policiais monitoraram sua movimentação.
Os policiais também apuraram que o abastecimento dos entorpecentes ocorreria por meio de um fornecedor ainda não identificado, responsável por transportar drogas oriundas de Londrina (PR) em uma caminhonete, descarregando o material em um imóvel ligado ao investigado no bairro Novo Horizonte. Durante a apuração, surgiram ainda indícios de possível ligação de Alan com integrantes de uma facção criminosa. Conforme a Polícia Civil, a suspeita decorre da análise de aparelhos celulares apreendidos em outras investigações, autorizada judicialmente, que revelou fotografias do investigado ao lado de indivíduos conhecidos no meio policial e atualmente presos.
Durante o cumprimento simultâneo dos mandados de busca, os policiais abordaram Breno, I. G. A. da S., de 18 anos, e um adolescente de 16 anos, em uma construção onde funcionaria uma adega ligada a Alan. Com o adolescente foram encontradas duas porções de maconha e R$ 140 em dinheiro trocado, circunstâncias que, segundo a investigação, são compatíveis com a prática do tráfico de drogas e reforçam a suspeita de utilização de menores na atividade criminosa.
Em um contêiner localizado no mesmo imóvel, os investigadores encontraram uma expressiva quantidade de maconha já fracionada e pronta para venda. Paralelamente, na residência da Avenida Jesus Gonçalves, considerada pelos policiais como ponto de armazenamento e distribuição de drogas, foi localizada a maior parte do entorpecente, escondida dentro de uma geladeira, além de diversas porções já embaladas, uma arma de fogo e documentos pessoais de Breno, que o vinculavam diretamente ao imóvel. Esses fatos deram origem a um procedimento policial específico.
As diligências prosseguiram em uma área de lazer atribuída a Alan, onde foram apreendidos plástico filme, embalagens com odor característico de maconha, um pé da planta e documentos relacionados ao investigado. No local também foram encontrados materiais de construção, ferramentas, fios, torneiras e uma furadeira de solo posteriormente reconhecidos por vítimas de furtos registrados na cidade. Segundo a Polícia Civil, os objetos foram identificados pelos proprietários R. M. e N. A. de S., reforçando a suspeita de receptação.
Os investigadores destacaram ainda que Alan e Breno não possuem atividade profissional formal, embora mantenham elevado padrão patrimonial, especialmente Alan, que possui diversos imóveis e construções em andamento. Para a Polícia Civil, esse fato reforça os indícios de que o patrimônio teria origem em atividades ilícitas.
Laudos periciais confirmaram que todas as substâncias apreendidas continham tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da maconha. Além das drogas, foram apreendidos celulares, embalagens, uma planta de cannabis, sementes e um veículo utilizado pelos investigados.
Diante do conjunto de provas, Alan foi autuado, em tese, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação. Já Breno responderá, em tese, por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A Polícia Civil sustenta que ambos mantinham em depósito grande quantidade de maconha destinada à comercialização, em local próximo a uma escola, contando ainda com a participação de um adolescente na atividade criminosa.
Após a formalização dos procedimentos, Alan e Breno permaneceram presos à disposição da Justiça para audiência de custódia. O adolescente foi apreendido e encaminhado conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. Já o outro envolvido de 18 anos foi ouvido, acompanhado por advogada, e liberado, uma vez que, segundo a Polícia Civil, ainda são necessárias novas diligências para apurar sua eventual participação nos fatos.
A operação foi coordenada pela equipe da Polícia Civil chefiada pelo delegado Marcelo de Assis Aliceda Filho.
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De acordo com a Polícia Civil, as investigações se estendiam há cerca de um a dois anos e apontavam Alan como um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas em Santa Cruz do Rio Pardo. Segundo os investigadores, ele utilizava diferentes imóveis como depósitos de drogas, locais de preparo e pontos de distribuição, exercendo posição de liderança em uma organização criminosa. As diligências também identificaram denúncias anônimas indicando que Alan comercializava uma maconha considerada de alta qualidade, conhecida na cidade como sendo "do Abelha".

Ainda conforme a investigação, Alan mantinha uma rede estruturada de imóveis utilizados na atividade criminosa, incluindo uma antiga residência próxima à Escola Infantil Peralta, um imóvel localizado nos fundos da Escola Criança Feliz, uma casa em construção com uma adega e um contêiner na Rua Marabá, outro imóvel na Avenida Jesus Gonçalves — apontado como uma "casa bomba" para armazenamento de drogas — além de uma área de lazer e um imóvel no bairro Novo Horizonte, onde equipes policiais monitoraram sua movimentação.
Os policiais também apuraram que o abastecimento dos entorpecentes ocorreria por meio de um fornecedor ainda não identificado, responsável por transportar drogas oriundas de Londrina (PR) em uma caminhonete, descarregando o material em um imóvel ligado ao investigado no bairro Novo Horizonte. Durante a apuração, surgiram ainda indícios de possível ligação de Alan com integrantes de uma facção criminosa. Conforme a Polícia Civil, a suspeita decorre da análise de aparelhos celulares apreendidos em outras investigações, autorizada judicialmente, que revelou fotografias do investigado ao lado de indivíduos conhecidos no meio policial e atualmente presos.
Durante o cumprimento simultâneo dos mandados de busca, os policiais abordaram Breno, I. G. A. da S., de 18 anos, e um adolescente de 16 anos, em uma construção onde funcionaria uma adega ligada a Alan. Com o adolescente foram encontradas duas porções de maconha e R$ 140 em dinheiro trocado, circunstâncias que, segundo a investigação, são compatíveis com a prática do tráfico de drogas e reforçam a suspeita de utilização de menores na atividade criminosa.
Em um contêiner localizado no mesmo imóvel, os investigadores encontraram uma expressiva quantidade de maconha já fracionada e pronta para venda. Paralelamente, na residência da Avenida Jesus Gonçalves, considerada pelos policiais como ponto de armazenamento e distribuição de drogas, foi localizada a maior parte do entorpecente, escondida dentro de uma geladeira, além de diversas porções já embaladas, uma arma de fogo e documentos pessoais de Breno, que o vinculavam diretamente ao imóvel. Esses fatos deram origem a um procedimento policial específico.
As diligências prosseguiram em uma área de lazer atribuída a Alan, onde foram apreendidos plástico filme, embalagens com odor característico de maconha, um pé da planta e documentos relacionados ao investigado. No local também foram encontrados materiais de construção, ferramentas, fios, torneiras e uma furadeira de solo posteriormente reconhecidos por vítimas de furtos registrados na cidade. Segundo a Polícia Civil, os objetos foram identificados pelos proprietários R. M. e N. A. de S., reforçando a suspeita de receptação.
Os investigadores destacaram ainda que Alan e Breno não possuem atividade profissional formal, embora mantenham elevado padrão patrimonial, especialmente Alan, que possui diversos imóveis e construções em andamento. Para a Polícia Civil, esse fato reforça os indícios de que o patrimônio teria origem em atividades ilícitas.
Laudos periciais confirmaram que todas as substâncias apreendidas continham tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da maconha. Além das drogas, foram apreendidos celulares, embalagens, uma planta de cannabis, sementes e um veículo utilizado pelos investigados.
Diante do conjunto de provas, Alan foi autuado, em tese, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação. Já Breno responderá, em tese, por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A Polícia Civil sustenta que ambos mantinham em depósito grande quantidade de maconha destinada à comercialização, em local próximo a uma escola, contando ainda com a participação de um adolescente na atividade criminosa.
Após a formalização dos procedimentos, Alan e Breno permaneceram presos à disposição da Justiça para audiência de custódia. O adolescente foi apreendido e encaminhado conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. Já o outro envolvido de 18 anos foi ouvido, acompanhado por advogada, e liberado, uma vez que, segundo a Polícia Civil, ainda são necessárias novas diligências para apurar sua eventual participação nos fatos.
A operação foi coordenada pela equipe da Polícia Civil chefiada pelo delegado Marcelo de Assis Aliceda Filho.
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