O ano letivo de 2026 no interior paulista começará com uma novidade estrutural para milhares de alunos. A partir do dia 2 de fevereiro, o Programa Escola Cívico-Militar entra em vigor em diversas unidades da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP). Em Ourinhos, a E.E. Professora Justina de Oliveira Gonçalves, localizada na Vila São Francisco (Vila Musa), será a unidade responsável por estrear o modelo na cidade.
O que muda no cotidiano escolar?
A principal mudança é a chegada de monitores da reserva das Forças Armadas. No caso da escola Justina de Oliveira Gonçalves, a unidade contará com dois monitores (um homem e uma mulher) da reserva do Exército Brasileiro.
Diferente do que muitos pensam, a atuação desses profissionais é restrita:
O que muda no cotidiano escolar?
A principal mudança é a chegada de monitores da reserva das Forças Armadas. No caso da escola Justina de Oliveira Gonçalves, a unidade contará com dois monitores (um homem e uma mulher) da reserva do Exército Brasileiro.
Diferente do que muitos pensam, a atuação desses profissionais é restrita:
- Sem interferência pedagógica: As aulas continuam sendo ministradas pelos professores da rede estadual, seguindo o Currículo Paulista e a BNCC.
- Gestão preservada: A direção da escola mantém a autonomia administrativa.
- Foco na disciplina e ética: Os monitores atuam no suporte aos alunos, transmitindo valores de civismo, dedicação, respeito e honestidade.
A escola Justina de Oliveira Gonçalves atende cerca de 280 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. Por ser uma escola de Período Integral, os estudantes permanecem na unidade das 7h às 16h, recebendo café da manhã, almoço e café da tarde.
Decisão Democrática e Infraestrutura
A adoção do modelo em Ourinhos foi fruto de uma consulta pública. Segundo a diretora da instituição há 21 anos, Professora Bertha Siemon de Oliveira, a aprovação ocorreu de forma democrática por meio de voto secreto, contando com o apoio da maioria dos pais e professores.
"Aqueles professores que não concordaram com o modelo tiveram a oportunidade de transferência, mas a maioria optou por permanecer na unidade, respeitando a decisão da comunidade", relatou a diretora.
Além da mudança na gestão disciplinar, a escola recebeu investimentos significativos em infraestrutura. O governo estadual destinou mais de R$ 1,7 milhão para reformas na cobertura e na parte elétrica, obras que estão em fase final de conclusão para receber os alunos em fevereiro.

Expansão pelo Interior Paulista
Ourinhos faz parte de um grupo de mais de 30 cidades do interior que implementaram o modelo neste ciclo. O processo seletivo dos monitores contou com o apoio da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Confira algumas das escolas na região que também adotaram o sistema:
Decisão Democrática e Infraestrutura
A adoção do modelo em Ourinhos foi fruto de uma consulta pública. Segundo a diretora da instituição há 21 anos, Professora Bertha Siemon de Oliveira, a aprovação ocorreu de forma democrática por meio de voto secreto, contando com o apoio da maioria dos pais e professores.
"Aqueles professores que não concordaram com o modelo tiveram a oportunidade de transferência, mas a maioria optou por permanecer na unidade, respeitando a decisão da comunidade", relatou a diretora.
Além da mudança na gestão disciplinar, a escola recebeu investimentos significativos em infraestrutura. O governo estadual destinou mais de R$ 1,7 milhão para reformas na cobertura e na parte elétrica, obras que estão em fase final de conclusão para receber os alunos em fevereiro.

Expansão pelo Interior Paulista
Ourinhos faz parte de um grupo de mais de 30 cidades do interior que implementaram o modelo neste ciclo. O processo seletivo dos monitores contou com o apoio da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Confira algumas das escolas na região que também adotaram o sistema:
- Ourinhos: Justina de Oliveira Gonçalves Professora
- Assis (Região): Libero De Almeida Silvares (Fernandópolis) / Benito Martinelli (Marília)
- Avaré: Maria Izabel Cruz Pimentel Dona
- Bauru: Morais Pacheco Prof
- Lins: Fernando Costa
A expectativa entre os alunos é alta. Em conversas preliminares, estudantes que atuam como monitores de recepção da própria escola demonstraram entusiasmo com a chegada do suporte militar para a rotina de convivência.
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