O prefeito de Ourinhos, Guilherme Gonçalves (Podemos), usou as redes sociais na noite desta sexta-feira, 9, para comentar a compra de três veículos pela Câmara Municipal de Ourinhos. Os automóveis, SUVs zero quilômetro da marca Tiggo, fabricados pela CAOA Montadora, ano de fabricação 2025 e modelo 2026, foram adquiridos no mês de dezembro e já estão à disposição dos vereadores.
Em entrevista ao Passando a Régua, o presidente da Câmara Municipal, Cícero de Aquino (Republicanos), informou que o custo foi de aproximadamente R$ 171 mil por veículo, totalizando cerca de R$ 513 mil. Segundo ele, o valor final ficou abaixo do preço máximo estimado no edital, que previa até R$ 179.060,00 por unidade. A licitação inicialmente aberta acabou deserta, não sendo finalizada, o que levou a Câmara a realizar a compra de forma direta junto a uma empresa de Sorocaba (SP).
Cícero de Aquino afirmou ainda que pretende convocar uma entrevista coletiva na próxima semana para esclarecer mais detalhes sobre a aquisição dos veículos e também para tratar de outros temas que vêm gerando debate, como projetos relacionados ao aumento salarial dos vereadores, a criação do décimo terceiro salário e a ampliação do número de cadeiras no Legislativo, de 15 para 17 vereadores, medidas que valerão apenas para a próxima legislatura.
Já o prefeito Guilherme Gonçalves declarou publicamente ser contrário à compra dos veículos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que, como chefe do Executivo, não tem poder para impedir decisões administrativas do Legislativo, ressaltando a independência entre os poderes. O prefeito disse ainda que conversou com vereadores, que também teriam se posicionado contrários à aquisição, destacando que a Câmara já possui veículos em boas condições de uso, como modelos Corolla. Segundo ele, os recursos poderiam ser aplicados de outras formas consideradas mais prioritárias.
Durante a manifestação, o prefeito reforçou que sua posição pessoal é contrária à compra de veículos considerados de luxo e defendeu que o dinheiro público deve retornar à população em forma de serviços. Ele também pediu que a população compartilhasse o conteúdo, destacando a importância de compreender a diferença entre os poderes Executivo e Legislativo.
De acordo com o edital, os veículos adquiridos deveriam ser zero quilômetro, na cor preta, com motorização mínima de 180 cavalos de potência, transmissão automática e garantia mínima de cinco anos. Entre os itens exigidos estão, no mínimo, seis airbags, freios ABS com controle de tração, câmera de ré, sensores de estacionamento, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia e porta-malas com capacidade mínima de 470 litros.
No Estudo Técnico Preliminar que acompanha o processo, a Câmara Municipal justificou a compra alegando a necessidade de substituir veículos antigos da frota para reduzir custos de manutenção e evitar falhas mecânicas. O documento também informa que um dos veículos atuais do Legislativo, um Nissan Sentra ano 2017/2018, deverá ser cedido à Prefeitura de Ourinhos após a entrega da nova frota.
Em entrevista ao Passando a Régua, o presidente da Câmara Municipal, Cícero de Aquino (Republicanos), informou que o custo foi de aproximadamente R$ 171 mil por veículo, totalizando cerca de R$ 513 mil. Segundo ele, o valor final ficou abaixo do preço máximo estimado no edital, que previa até R$ 179.060,00 por unidade. A licitação inicialmente aberta acabou deserta, não sendo finalizada, o que levou a Câmara a realizar a compra de forma direta junto a uma empresa de Sorocaba (SP).
Cícero de Aquino afirmou ainda que pretende convocar uma entrevista coletiva na próxima semana para esclarecer mais detalhes sobre a aquisição dos veículos e também para tratar de outros temas que vêm gerando debate, como projetos relacionados ao aumento salarial dos vereadores, a criação do décimo terceiro salário e a ampliação do número de cadeiras no Legislativo, de 15 para 17 vereadores, medidas que valerão apenas para a próxima legislatura.
Já o prefeito Guilherme Gonçalves declarou publicamente ser contrário à compra dos veículos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que, como chefe do Executivo, não tem poder para impedir decisões administrativas do Legislativo, ressaltando a independência entre os poderes. O prefeito disse ainda que conversou com vereadores, que também teriam se posicionado contrários à aquisição, destacando que a Câmara já possui veículos em boas condições de uso, como modelos Corolla. Segundo ele, os recursos poderiam ser aplicados de outras formas consideradas mais prioritárias.
Durante a manifestação, o prefeito reforçou que sua posição pessoal é contrária à compra de veículos considerados de luxo e defendeu que o dinheiro público deve retornar à população em forma de serviços. Ele também pediu que a população compartilhasse o conteúdo, destacando a importância de compreender a diferença entre os poderes Executivo e Legislativo.
De acordo com o edital, os veículos adquiridos deveriam ser zero quilômetro, na cor preta, com motorização mínima de 180 cavalos de potência, transmissão automática e garantia mínima de cinco anos. Entre os itens exigidos estão, no mínimo, seis airbags, freios ABS com controle de tração, câmera de ré, sensores de estacionamento, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia e porta-malas com capacidade mínima de 470 litros.
No Estudo Técnico Preliminar que acompanha o processo, a Câmara Municipal justificou a compra alegando a necessidade de substituir veículos antigos da frota para reduzir custos de manutenção e evitar falhas mecânicas. O documento também informa que um dos veículos atuais do Legislativo, um Nissan Sentra ano 2017/2018, deverá ser cedido à Prefeitura de Ourinhos após a entrega da nova frota.




