O prefeito de Ourinhos, Guilherme Gonçalves (Podemos), usou suas redes sociais para comentar a situação financeira do município após a concessão dos serviços de água e esgoto, que resultou na extinção da Superintendência de Água e Esgoto (SAE) durante a gestão do ex-prefeito Lucas Pocay (PSD). A concessão rendeu mais de R$ 277 milhões ao município, parte dos quais foi utilizada ainda em 2024 para despesas como pagamento de débitos previdenciários, fornecedores, coleta de lixo, salários de servidores e repasse de R$ 10 milhões à Santa Casa.
Em vídeo, Guilherme destacou que a atual administração teve que assumir custos que antes eram vinculados à SAE. Segundo ele, a Prefeitura passou a arcar com a folha de pagamento de mais de 300 funcionários que eram ligados à autarquia, o que representa um gasto anual de cerca de R$ 16,8 milhões, incluindo salários, décimo terceiro e férias.
“Só com funcionário que nós tivemos que assumir na prefeitura, que era funcionário da SAE e a prefeitura começou a pagar, que sai do seu bolso, são mais de 300 funcionários, R$ 1,2 milhão por mês. Isso totaliza R$ 16,8 milhões por ano”, afirmou o prefeito.
Guilherme também mencionou despesas relacionadas à coleta de lixo, que segundo ele somam cerca de R$ 600 mil mensais, totalizando R$ 7,2 milhões por ano. “Se a gente somar essas duas contas, dá R$ 24 milhões só de gasto que a prefeitura tem que arcar”, declarou.
O prefeito ressaltou ainda que é o primeiro gestor da história do município a administrar Ourinhos sem a estrutura da SAE, que anteriormente também repassava recursos à Prefeitura. Ele afirmou que a atual administração tem buscado recursos junto aos governos estadual e federal para manter investimentos e equilibrar as contas públicas.
“Eu sou o primeiro prefeito da história a ter que administrar toda essa situação sem a existência da SAE. Quem está pagando essa conta é a população, e a gente tem trabalhado todos os dias para buscar recursos e reverter esse cenário”, disse.
Guilherme também questionou a destinação dos recursos obtidos com a concessão e afirmou que a atual gestão tem feito cortes e adotado medidas para manter os serviços e investimentos no município. Apesar das dificuldades apontadas, ele disse que a Prefeitura tem conseguido manter as contas em dia e dar continuidade a projetos, como a construção de unidades de saúde e novos serviços públicos.
Em vídeo, Guilherme destacou que a atual administração teve que assumir custos que antes eram vinculados à SAE. Segundo ele, a Prefeitura passou a arcar com a folha de pagamento de mais de 300 funcionários que eram ligados à autarquia, o que representa um gasto anual de cerca de R$ 16,8 milhões, incluindo salários, décimo terceiro e férias.
“Só com funcionário que nós tivemos que assumir na prefeitura, que era funcionário da SAE e a prefeitura começou a pagar, que sai do seu bolso, são mais de 300 funcionários, R$ 1,2 milhão por mês. Isso totaliza R$ 16,8 milhões por ano”, afirmou o prefeito.
Guilherme também mencionou despesas relacionadas à coleta de lixo, que segundo ele somam cerca de R$ 600 mil mensais, totalizando R$ 7,2 milhões por ano. “Se a gente somar essas duas contas, dá R$ 24 milhões só de gasto que a prefeitura tem que arcar”, declarou.
O prefeito ressaltou ainda que é o primeiro gestor da história do município a administrar Ourinhos sem a estrutura da SAE, que anteriormente também repassava recursos à Prefeitura. Ele afirmou que a atual administração tem buscado recursos junto aos governos estadual e federal para manter investimentos e equilibrar as contas públicas.
“Eu sou o primeiro prefeito da história a ter que administrar toda essa situação sem a existência da SAE. Quem está pagando essa conta é a população, e a gente tem trabalhado todos os dias para buscar recursos e reverter esse cenário”, disse.
Guilherme também questionou a destinação dos recursos obtidos com a concessão e afirmou que a atual gestão tem feito cortes e adotado medidas para manter os serviços e investimentos no município. Apesar das dificuldades apontadas, ele disse que a Prefeitura tem conseguido manter as contas em dia e dar continuidade a projetos, como a construção de unidades de saúde e novos serviços públicos.




