O prefeito de Ourinhos, Guilherme Gonçalves (Podemos), veio a público nesta sexta-feira, 8, para se manifestar sobre a paralisação que afetou diversas unidades escolares do município. Em um vídeo detalhado, o chefe do Executivo buscou esclarecer os motivos da ausência de auxiliares de serviços gerais, fato que gerou protestos de servidores e comprometeu o atendimento aos alunos em creches e escolas.
O prefeito destacou que a crise na limpeza escolar é reflexo de um impedimento técnico imposto pela Procuradoria-Geral do Município. Segundo Guilherme, a gestão buscava manter a contratação da empresa IGEVE (Instituto de Gestão Educação do Ensino) para o serviço, mas foi impedida pelo órgão jurídico municipal.
"Não é do meu coração tirar as pessoas das escolas", afirma o prefeito
Durante o pronunciamento, Guilherme Gonçalves enfatizou que a redução no quadro de funcionários foi uma imposição legal e não uma escolha política.
"Eu recebi um documento da Procuradoria dizendo que eu não poderia fazer mais a contratação. Colocamos os funcionários da prefeitura, só que são menos pessoas e acaba sobrecarregando", explicou o prefeito.
Ele reforçou que um novo processo de contratação já está "rodando" e deve ser finalizado em 20 dias, mas lamentou o que chamou de "tentativas de atrapalhar" a administração, citando novos protocolos da Procuradoria junto ao Tribunal de Contas e a atuação de vereadores da oposição.
Unidades afetadas e plano de emergência
A falta de profissionais de limpeza atingiu unidades como a EMEI Vinícius de Moraes, escola Monteiro Lobato, EMEI Clara Augusta de Noronha, o NEI Vereador Álvaro Ribeiro de Moraes e o Curumim (CAIC).
Para solucionar o problema de imediato e garantir a volta às aulas, o prefeito anunciou as seguintes medidas:
O prefeito destacou que a crise na limpeza escolar é reflexo de um impedimento técnico imposto pela Procuradoria-Geral do Município. Segundo Guilherme, a gestão buscava manter a contratação da empresa IGEVE (Instituto de Gestão Educação do Ensino) para o serviço, mas foi impedida pelo órgão jurídico municipal.
"Não é do meu coração tirar as pessoas das escolas", afirma o prefeito
Durante o pronunciamento, Guilherme Gonçalves enfatizou que a redução no quadro de funcionários foi uma imposição legal e não uma escolha política.
"Eu recebi um documento da Procuradoria dizendo que eu não poderia fazer mais a contratação. Colocamos os funcionários da prefeitura, só que são menos pessoas e acaba sobrecarregando", explicou o prefeito.
Ele reforçou que um novo processo de contratação já está "rodando" e deve ser finalizado em 20 dias, mas lamentou o que chamou de "tentativas de atrapalhar" a administração, citando novos protocolos da Procuradoria junto ao Tribunal de Contas e a atuação de vereadores da oposição.
Unidades afetadas e plano de emergência
A falta de profissionais de limpeza atingiu unidades como a EMEI Vinícius de Moraes, escola Monteiro Lobato, EMEI Clara Augusta de Noronha, o NEI Vereador Álvaro Ribeiro de Moraes e o Curumim (CAIC).
Para solucionar o problema de imediato e garantir a volta às aulas, o prefeito anunciou as seguintes medidas:
- Remanejamento: Funcionários de outras secretarias foram deslocados para as escolas.
- Mutirão de Fim de Semana: Equipes passarão por todas as unidades para realizar uma limpeza completa.
- Normalização: A previsão dada pelo prefeito é que todas as atividades estejam normalizadas na próxima segunda-feira (11).
Embate com a Procuradoria
A fala do prefeito ocorre em um momento de nítida tensão com o corpo jurídico da prefeitura. Em nota, a Procuradoria-Geral do Município rebateu críticas recentes (que envolveram também repasses à Santa Casa), afirmando que o órgão cumpre estritamente a lei e o controle de legalidade.
A Procuradoria negou que seja responsável por atrasos, argumentando que muitos processos chegam ao setor "mal instruídos" e em caráter de urgência extrema após meses parados em outras secretarias. Segundo a nota, a tentativa de transferir responsabilidades por "falhas administrativas" de outros setores para os procuradores é "inadmissível" e gera desinformação.
O prefeito Guilherme encerrou seu apelo pedindo união e compreensão aos pais e responsáveis: "Nesse momento a gente precisa se juntar. Eu também tenho filhos nas creches e escolas do município e estamos trabalhando com muita responsabilidade".
Nota da Procuradoria


A fala do prefeito ocorre em um momento de nítida tensão com o corpo jurídico da prefeitura. Em nota, a Procuradoria-Geral do Município rebateu críticas recentes (que envolveram também repasses à Santa Casa), afirmando que o órgão cumpre estritamente a lei e o controle de legalidade.
A Procuradoria negou que seja responsável por atrasos, argumentando que muitos processos chegam ao setor "mal instruídos" e em caráter de urgência extrema após meses parados em outras secretarias. Segundo a nota, a tentativa de transferir responsabilidades por "falhas administrativas" de outros setores para os procuradores é "inadmissível" e gera desinformação.
O prefeito Guilherme encerrou seu apelo pedindo união e compreensão aos pais e responsáveis: "Nesse momento a gente precisa se juntar. Eu também tenho filhos nas creches e escolas do município e estamos trabalhando com muita responsabilidade".
Nota da Procuradoria







