A remoção das lombadas no trevo da Vila Brasil, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Ourinhos (SP), já preocupa motoristas e moradores. Na manhã desta terça-feira, 12, poucas horas após a retirada dos redutores, um acidente envolvendo dois carros foi registrado no local. Apesar dos danos materiais, não houve feridos graves.

O prefeito Guilherme Gonçalves esteve no trecho e gravou um vídeo criticando a medida. Na gravação, ele responsabiliza o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP) pela retirada das lombadas e afirma que a substituição por radares caracteriza “indústria da multa”. “Se estivessem preocupados com vidas, não teriam tirado a lombada que todos já conheciam”, declarou, pedindo apoio da população para pressionar o órgão a rever a decisão.
Saiba também: DER-SP inicia operação de novos radares em rodovias de diversas regiões do Estado a partir desta terça-feira, 12
A discussão sobre a retirada dos redutores começou ainda em 30 de julho, quando o repórter Gera Laperuta, do Passando a Régua, registrou a remoção de lombadas nas imediações do Parque Minas Gerais.
Em nota, o DER informou que os radares instalados no trecho urbano da SP-270 e na Mello Peixoto (SP-278) ainda estão em fase de testes e homologação. Segundo o órgão, a escolha dos pontos de instalação foi baseada em critérios técnicos, como índice de acidentes, histórico de excesso de velocidade e presença de travessias perigosas.
O departamento explicou que a retirada das lombadas, iniciada em 29 de julho, é necessária para garantir a aferição correta dos equipamentos, pois os redutores físicos interferem na medição da velocidade. O DER afirmou ainda que a ativação dos radares será amplamente divulgada antes de entrarem em operação.
Enquanto isso, moradores e autoridades locais temem que, sem as lombadas, o trecho registre um aumento nos acidentes.

O prefeito Guilherme Gonçalves esteve no trecho e gravou um vídeo criticando a medida. Na gravação, ele responsabiliza o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP) pela retirada das lombadas e afirma que a substituição por radares caracteriza “indústria da multa”. “Se estivessem preocupados com vidas, não teriam tirado a lombada que todos já conheciam”, declarou, pedindo apoio da população para pressionar o órgão a rever a decisão.
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A discussão sobre a retirada dos redutores começou ainda em 30 de julho, quando o repórter Gera Laperuta, do Passando a Régua, registrou a remoção de lombadas nas imediações do Parque Minas Gerais.
Em nota, o DER informou que os radares instalados no trecho urbano da SP-270 e na Mello Peixoto (SP-278) ainda estão em fase de testes e homologação. Segundo o órgão, a escolha dos pontos de instalação foi baseada em critérios técnicos, como índice de acidentes, histórico de excesso de velocidade e presença de travessias perigosas.
O departamento explicou que a retirada das lombadas, iniciada em 29 de julho, é necessária para garantir a aferição correta dos equipamentos, pois os redutores físicos interferem na medição da velocidade. O DER afirmou ainda que a ativação dos radares será amplamente divulgada antes de entrarem em operação.
Enquanto isso, moradores e autoridades locais temem que, sem as lombadas, o trecho registre um aumento nos acidentes.



