O vice-prefeito de Ourinhos, Alexandre Dauage, conhecido como "Zóio" (PL), divulgou neste domingo (21) um vídeo nas redes sociais para falar sobre sua atuação à frente da gestão da Saúde do município, responsabilidade que assumiu temporariamente por determinação judicial no final de maio.
Na gravação, Zóio explicou os motivos de sua ausência nas redes sociais nas últimas semanas e afirmou que esteve concentrado em realizar um diagnóstico detalhado da situação da rede pública de saúde. Segundo ele, o cenário encontrado é preocupante.
"Estamos fazendo um grande levantamento da realidade da saúde pública de Ourinhos. Mas o que eu já posso dizer para vocês é que a situação é gravíssima", declarou.
O vice-prefeito afirmou ainda que sua prioridade neste momento é reunir informações técnicas e documentadas antes de divulgar qualquer posicionamento público sobre a pasta.
"Por respeito a quem depende da saúde pública, eu não vou trabalhar com boatos, versões ou informações incompletas. A partir de hoje, cada informação que eu trouxer aqui foi conferida, documentada e vai ser apresentada com transparência", afirmou.
Durante o pronunciamento, Zoio destacou que pretende utilizar suas redes sociais como um canal permanente de prestação de contas à população. Segundo ele, nos próximos dias serão divulgadas informações relacionadas a contratos, serviços, estrutura, atendimentos e demais assuntos ligados à Saúde municipal.
"A população tem o direito de saber o que está acontecendo e saberá de forma clara e objetiva", declarou.
Assunção da Saúde ocorreu após decisão judicial
A atuação de Alexandre Zoio na gestão da Saúde teve início após uma decisão liminar proferida no dia 29 de maio pelo juiz da Comarca de Ourinhos, Dr. Nacoul Badoui Sahyoun, no âmbito de uma ação civil pública por improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.
Na decisão, o magistrado determinou o afastamento cautelar parcial do prefeito Guilherme Andrew Gonçalves da Silva das atribuições relacionadas exclusivamente à área da Saúde pelo prazo inicial de 90 dias.
Com isso, o prefeito permaneceu no comando do Executivo Municipal, mas perdeu temporariamente as competências relacionadas à gestão, condução e pactuação dos serviços de saúde, funções que passaram a ser exercidas pelo vice-prefeito.
A ação do Ministério Público questiona a forma como ocorreu a transição da gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Pronto Atendimento da Cohab após a saída da Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos da administração dos serviços.
Segundo a promotoria, sucessivos aditamentos firmados entre a Prefeitura e a Associação Beneficente de Desenvolvimento Social e Cultural (ABEDESC) teriam ampliado gradativamente os serviços prestados pela entidade sem a realização de um processo competitivo definitivo, situação que é objeto da investigação judicial.
Ao justificar a medida, o magistrado afirmou que o município demonstrou dificuldades na condução da crise da saúde pública local e apontou a necessidade de uma intervenção específica no setor para garantir a continuidade dos serviços e a regularização administrativa.
Entre as determinações impostas pela Justiça estão a proibição de novos aditamentos ao contrato firmado com a ABEDESC, a apresentação de um cronograma para realização de processo seletivo competitivo e a ampliação dos mecanismos de transparência e prestação de contas dos recursos públicos destinados à área.
Enquanto o processo segue em tramitação, Alexandre Zoio afirmou que continuará realizando levantamentos e prometeu divulgar periodicamente informações sobre a situação da Saúde em Ourinhos e as medidas adotadas pela administração municipal para enfrentar os desafios encontrados.
Na gravação, Zóio explicou os motivos de sua ausência nas redes sociais nas últimas semanas e afirmou que esteve concentrado em realizar um diagnóstico detalhado da situação da rede pública de saúde. Segundo ele, o cenário encontrado é preocupante.
"Estamos fazendo um grande levantamento da realidade da saúde pública de Ourinhos. Mas o que eu já posso dizer para vocês é que a situação é gravíssima", declarou.
O vice-prefeito afirmou ainda que sua prioridade neste momento é reunir informações técnicas e documentadas antes de divulgar qualquer posicionamento público sobre a pasta.
"Por respeito a quem depende da saúde pública, eu não vou trabalhar com boatos, versões ou informações incompletas. A partir de hoje, cada informação que eu trouxer aqui foi conferida, documentada e vai ser apresentada com transparência", afirmou.
Durante o pronunciamento, Zoio destacou que pretende utilizar suas redes sociais como um canal permanente de prestação de contas à população. Segundo ele, nos próximos dias serão divulgadas informações relacionadas a contratos, serviços, estrutura, atendimentos e demais assuntos ligados à Saúde municipal.
"A população tem o direito de saber o que está acontecendo e saberá de forma clara e objetiva", declarou.
Assunção da Saúde ocorreu após decisão judicial
A atuação de Alexandre Zoio na gestão da Saúde teve início após uma decisão liminar proferida no dia 29 de maio pelo juiz da Comarca de Ourinhos, Dr. Nacoul Badoui Sahyoun, no âmbito de uma ação civil pública por improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.
Na decisão, o magistrado determinou o afastamento cautelar parcial do prefeito Guilherme Andrew Gonçalves da Silva das atribuições relacionadas exclusivamente à área da Saúde pelo prazo inicial de 90 dias.
Com isso, o prefeito permaneceu no comando do Executivo Municipal, mas perdeu temporariamente as competências relacionadas à gestão, condução e pactuação dos serviços de saúde, funções que passaram a ser exercidas pelo vice-prefeito.
A ação do Ministério Público questiona a forma como ocorreu a transição da gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Pronto Atendimento da Cohab após a saída da Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos da administração dos serviços.
Segundo a promotoria, sucessivos aditamentos firmados entre a Prefeitura e a Associação Beneficente de Desenvolvimento Social e Cultural (ABEDESC) teriam ampliado gradativamente os serviços prestados pela entidade sem a realização de um processo competitivo definitivo, situação que é objeto da investigação judicial.
Ao justificar a medida, o magistrado afirmou que o município demonstrou dificuldades na condução da crise da saúde pública local e apontou a necessidade de uma intervenção específica no setor para garantir a continuidade dos serviços e a regularização administrativa.
Entre as determinações impostas pela Justiça estão a proibição de novos aditamentos ao contrato firmado com a ABEDESC, a apresentação de um cronograma para realização de processo seletivo competitivo e a ampliação dos mecanismos de transparência e prestação de contas dos recursos públicos destinados à área.
Enquanto o processo segue em tramitação, Alexandre Zoio afirmou que continuará realizando levantamentos e prometeu divulgar periodicamente informações sobre a situação da Saúde em Ourinhos e as medidas adotadas pela administração municipal para enfrentar os desafios encontrados.
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