A Câmara Municipal de Ourinhos marcou para esta quarta-feira, 16, a partir das 14h, o julgamento da Comissão Processante nº 2/2026, que apura supostas irregularidades na gestão fiscal, financeira e orçamentária da Prefeitura nos exercícios de 2025 e 2026.
Este será o segundo julgamento de uma Comissão Processante contra Guilherme Andrew Gonçalves da Silva, que já teve o mandato de prefeito cassado pelos vereadores no último dia 2 de setembro, durante o julgamento da chamada CP da Saúde.
Na primeira Comissão Processante, Guilherme perdeu o mandato por 13 votos a 2. Agora, mesmo já afastado definitivamente do cargo, ele será novamente julgado pelo plenário em outro processo político-administrativo, desta vez relacionado às finanças municipais.
A Câmara publicou edital intimando Guilherme para a sessão de julgamento da Comissão Processante 2/2026, referente à denúncia nº 5.912/2026. O ex-prefeito ou seu advogado poderá apresentar defesa oral por até duas horas durante a sessão.

CP apura situação financeira da Prefeitura
A Comissão Processante foi aberta após aprovação do plenário e tem como objetivo investigar possíveis irregularidades relacionadas à administração das contas públicas.
Entre os fatos apontados na denúncia estão possíveis desequilíbrios nas contas municipais, atrasos nos pagamentos de fornecedores e nos repasses a entidades e prestadores de serviços, existência de débitos e dificuldades para manutenção de serviços públicos, além de possíveis descumprimentos de obrigações legais e administrativas.
A abertura da investigação foi aprovada por ampla maioria dos vereadores. Na ocasião, apenas Abel Diniz Fiel (PSDB) votou contra a instauração da comissão.
Após sorteio, Wesley Carlos da Silva (Republicanos) ficou com a presidência da CP, Ederson Aparecido Machado (MDB) assumiu a relatoria e Abel Diniz Fiel (mas depois deixou a Câmara, pois estava como suplente de Santiago) era membro.
Julgamento terá votação aberta
A sessão desta quarta-feira deverá seguir os procedimentos previstos no Decreto-Lei nº 201/1967, na Lei Orgânica Municipal e nas normas internas da Câmara.
Os 15 vereadores deverão participar do julgamento. Após a leitura das principais peças do processo e do relatório da Comissão Processante, haverá espaço para manifestações e para a defesa de Guilherme. Na sequência, os vereadores realizarão votação aberta e nominal sobre as acusações analisadas.
Embora Guilherme já tenha perdido o mandato no primeiro processo, esta segunda Comissão Processante possui objeto próprio e independente, e os vereadores decidirão se as acusações relacionadas à gestão financeira são ou não procedentes.
O novo julgamento ocorre duas semanas depois da primeira cassação e em meio à tentativa de Guilherme de reverter judicialmente a perda do mandato. Nesta segunda-feira (14), a Justiça de Ourinhos negou pedido de liminar para suspender os efeitos da cassação e permitir seu retorno imediato à Prefeitura.
Com isso, Alexandre Zóio permanece no comando do Executivo municipal, enquanto Guilherme enfrentará, nesta quarta-feira, seu segundo julgamento político na Câmara de Ourinhos.
Este será o segundo julgamento de uma Comissão Processante contra Guilherme Andrew Gonçalves da Silva, que já teve o mandato de prefeito cassado pelos vereadores no último dia 2 de setembro, durante o julgamento da chamada CP da Saúde.
Na primeira Comissão Processante, Guilherme perdeu o mandato por 13 votos a 2. Agora, mesmo já afastado definitivamente do cargo, ele será novamente julgado pelo plenário em outro processo político-administrativo, desta vez relacionado às finanças municipais.
A Câmara publicou edital intimando Guilherme para a sessão de julgamento da Comissão Processante 2/2026, referente à denúncia nº 5.912/2026. O ex-prefeito ou seu advogado poderá apresentar defesa oral por até duas horas durante a sessão.

CP apura situação financeira da Prefeitura
A Comissão Processante foi aberta após aprovação do plenário e tem como objetivo investigar possíveis irregularidades relacionadas à administração das contas públicas.
Entre os fatos apontados na denúncia estão possíveis desequilíbrios nas contas municipais, atrasos nos pagamentos de fornecedores e nos repasses a entidades e prestadores de serviços, existência de débitos e dificuldades para manutenção de serviços públicos, além de possíveis descumprimentos de obrigações legais e administrativas.
A abertura da investigação foi aprovada por ampla maioria dos vereadores. Na ocasião, apenas Abel Diniz Fiel (PSDB) votou contra a instauração da comissão.
Após sorteio, Wesley Carlos da Silva (Republicanos) ficou com a presidência da CP, Ederson Aparecido Machado (MDB) assumiu a relatoria e Abel Diniz Fiel (mas depois deixou a Câmara, pois estava como suplente de Santiago) era membro.
Julgamento terá votação aberta
A sessão desta quarta-feira deverá seguir os procedimentos previstos no Decreto-Lei nº 201/1967, na Lei Orgânica Municipal e nas normas internas da Câmara.
Os 15 vereadores deverão participar do julgamento. Após a leitura das principais peças do processo e do relatório da Comissão Processante, haverá espaço para manifestações e para a defesa de Guilherme. Na sequência, os vereadores realizarão votação aberta e nominal sobre as acusações analisadas.
Embora Guilherme já tenha perdido o mandato no primeiro processo, esta segunda Comissão Processante possui objeto próprio e independente, e os vereadores decidirão se as acusações relacionadas à gestão financeira são ou não procedentes.
O novo julgamento ocorre duas semanas depois da primeira cassação e em meio à tentativa de Guilherme de reverter judicialmente a perda do mandato. Nesta segunda-feira (14), a Justiça de Ourinhos negou pedido de liminar para suspender os efeitos da cassação e permitir seu retorno imediato à Prefeitura.
Com isso, Alexandre Zóio permanece no comando do Executivo municipal, enquanto Guilherme enfrentará, nesta quarta-feira, seu segundo julgamento político na Câmara de Ourinhos.
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