O júri popular dos réus Weliton Paiva Júnior, Willian Marques da Silva e Valdir Ribeiro Júnior, inicialmente marcado para a última quinta-feira (2), foi adiado em três semanas e será realizado no dia 23 de outubro, às 9h30, no Fórum de Ourinhos.
Segundo informações, a mudança ocorreu por questões de segurança. O julgamento, que originalmente deveria acontecer em Chavantes, já havia sido transferido para Ourinhos e chegou a ser cogitada a possibilidade de ocorrer em Bauru.
Os três acusados respondem por envolvimento no duplo homicídio ocorrido em 26 de dezembro de 2022, no distrito de Irapé, em Chavantes, que vitimou Marcos Paulo Lázaro, de 49 anos, e Adriano Ricardo Bueno, de 27. Além dos homicídios, há acusações de tentativa de assassinato contra outras duas pessoas e do furto de uma arma no local do crime.
O caso será apreciado pelo Tribunal do Júri, órgão responsável por julgar crimes dolosos contra a vida, com participação de jurados sorteados, testemunhas, acusação, defesa e sobreviventes.
O adiamento prolonga a expectativa da comunidade de Chavantes e região, já que o processo envolve conflitos pessoais e desavenças antigas entre famílias locais, circunstâncias que tornam o julgamento de grande repercussão pública.
O júri marcado para semana que vem, dia 9 de outubro (Réu Felipe Sousa), não será alterado. A mesma coisa acontece com o júri do dia 16 de outubro (Réu Aloísio Romulo Ricardo). Já o júri que estava marcado para o dia 23(Réu Geovane Vinicius Leite dos Santos), foi transferido para o dia 30 de outubro.
Segundo informações, a mudança ocorreu por questões de segurança. O julgamento, que originalmente deveria acontecer em Chavantes, já havia sido transferido para Ourinhos e chegou a ser cogitada a possibilidade de ocorrer em Bauru.
Os três acusados respondem por envolvimento no duplo homicídio ocorrido em 26 de dezembro de 2022, no distrito de Irapé, em Chavantes, que vitimou Marcos Paulo Lázaro, de 49 anos, e Adriano Ricardo Bueno, de 27. Além dos homicídios, há acusações de tentativa de assassinato contra outras duas pessoas e do furto de uma arma no local do crime.
O caso será apreciado pelo Tribunal do Júri, órgão responsável por julgar crimes dolosos contra a vida, com participação de jurados sorteados, testemunhas, acusação, defesa e sobreviventes.
O adiamento prolonga a expectativa da comunidade de Chavantes e região, já que o processo envolve conflitos pessoais e desavenças antigas entre famílias locais, circunstâncias que tornam o julgamento de grande repercussão pública.
O júri marcado para semana que vem, dia 9 de outubro (Réu Felipe Sousa), não será alterado. A mesma coisa acontece com o júri do dia 16 de outubro (Réu Aloísio Romulo Ricardo). Já o júri que estava marcado para o dia 23(Réu Geovane Vinicius Leite dos Santos), foi transferido para o dia 30 de outubro.




